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Caderno de Teses do PT

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Por: Júlio César Anjos O PT divulgou o caderno de teses no site oficial, que será debatido no 5º Congresso Nacional do partido. Muita gente correu para criticar a falta de acuidade ortográfica, prolixidades diante de repetições de mantras socialistas, além de indagar sobre se o documento fora publicado de propósito ou foi erro de estagiário tornar o documento público. A verdadeira relevância sobre o documento está, na verdade, em algo mais amplo que se imagina. O PT publicou o documento deliberadamente? A resposta é: Sim, foi de propósito. Porque o PT está fragilizado, e o Lula já tinha dito para o “povo” dele que o PT iria ficar mais à esquerda ainda, no processo ideológico/político. Quem conhece o PT de outros verões não se surpreendeu com o teor inserido no documento, só ficou surpreso pela sanha em mostrar a todos a verdadeira face. O PT ronca e fuça da mesma forma que o comunismo mundo afora, não há o que por nem tirar. Portanto, esse caderno de teses foi exposto para mo...

Ir às Ruas

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Por: Júlio César Anjos O povo reagiu, foi às ruas, protestou, levantou bandeiras, desopilou a raiva, soltou o grito na garganta, conquistou o alívio por poder ser livre e defenestrar “tudo isso que está aí”. O problema é que ninguém identificou no desespero um alvo específico, ficou parecendo mais um remelexo coletivo, o manifesto que não teve objetivo definido algum. A aclamação popular ficou mais parecida com uma “rave” sem som, e sem sal. Mas a pergunta que fica é: Resolveu alguma coisa? A resposta pode não ser agradável. Se o objetivo era dar uma agulhada de acupuntura, ou seja, emitir uma resposta rápida dos governantes diante da reação, a constatação é positiva. Agora, se foco era melhorar o Brasil, situação a longo prazo, a solução da questão talvez seja um não. Os protestos de imediato causaram o efeito das questões paliativas da política, como os deputados trabalharem do jeito que sempre deveriam labutar, ao aprovarem demandas que o povo estava há tempos esperan...

Desconfiar

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Por: Júlio César Anjos Não serei mais um conselheiro Aires a somente concordar com monarquistas e republicanos, pontualmente discordarei e concordarei de todos, de tudo, pois há verdades em várias proposições. Chilique é coisa de quem não tem o que fazer e aceitar diferenças faz parte da democracia, que só é parecida com demagogia na rima, nada mais. O gracejo de amparar até mesmo o que não concorda fascina de bom grado a beleza da pluralidade, que como uma amizade, possui laços fraternais. Agora serei uma atalaia do destino, proponho-me a atentar em várias questões, esperto sobre as ações, criminoso não terá vida fácil em ações praticar. A câmera de segurança só filma a ação, mas não consegue captar a sofreguidão, de stress talvez... Noto que parecerei mais com uma fofoqueira que abre a janela somente para opinar sobre reações. Nas questões subjetivas é que se encontra a essência, personificação da iminência, o que a câmera não vê a constatação sente. Ser desconfiado vir...