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Articulação Política e o Raciocínio Bolsonaro

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Por: Júlio César Anjos Articulação. A melhor explicação para essa palavra vem da junção de duas partes para fazer um movimento de uma ação. Sejam ossos, eixos, ou pistões, o fato é que o sistema se sujeita como um mecanismo para fazer locomoção. Na política, diz-se enganosamente que articulação é sinônima de barganha, negociação, “toma lá, dá cá”, interesses mútuos e etc. O que se traduz, erroneamente, como sendo corrupção. Mas a verdade é que, seja para um objeto mecânico ou uma ação politica, articulação é a sinergia de dois ou mais objetos criando uma movimentação de uma ação. Quando a articulação é positiva, há aquilo que é chamado de harmonia, sintonia, trabalho mútuo, a boa fruição. O mecanismo opera tranquilamente, sem solavancos nem percalços, o que faz a ação gerar boas energias. Isso serve também tanto para um carro quanto para os poderes do Estado. E quando a articulação é negativa, há aquilo que é chamado de desarmonia, desagregação, destruição. O mecanismo opera ...

A Fissura da Secessão

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Por: Júlio César Anjos Pulula na internet a ideia “brilhante” de separatismo, a secessão, entre as regiões do país. Parece que o desquite virou uma forma de milagre, em que basta os estados da federação serem “livres”, que tudo se resolverá por si só. É um pensamento tanto quanto pueril; para não dizer que é uma ideia estúpida. Até porque há mais pontos negativos que positivos no desmembramento das unidades, por isso que não vale a pena o fracionamento pelo lado racional, assim como é difícil desapegar pelo prisma emocional. Primeiro, o lado teoricamente positivo da secessão dos estados da federação. Em um primeiro momento, Estados como São Paulo, em teoria, teriam um razoável desempenho, realmente com a separação, já que é um polo autossustentável. Em segundo lugar, por exemplo, todas as federações separatistas deixariam de fornecer recursos ao poder central – Brasília -, ao passo que isso seria benéfico para os divisionários, pois não faria o sistema de funil de recebimento ...

Marina Cisma

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Por: Júlio César Anjos Marina cisma querer ser presidente. Mesmo com uma base cismada, ela quer forçar a lei da natureza, e eleitoral, para conquistar a vaga de gerente do Brasil. Todo mundo gosta de superar obstáculos, vencer barreiras, ser importante por ter conquistado, por mérito, uma situação que trabalhou duro para se concretizar. Mas nem toda a vitória significa materialização do melhor, pois, como se sabe, a política tende a boicotar tal assertiva, sendo que “qualquer um” pode ser o representante máximo de uma nação “democrática”. A candidata do PSB quer ser “presidenta” porque é “sonhática”. Sonho que poderá, caso não mude o jeitinho de ser (e até de pensar), virar um pesadelo. O cisma, como racha, é etimológico utilizado para explicar a quebra somente de divergência pontual, mantendo a base de pensamento. É a fissura dentro de um mesmo objeto padrão. Os judeus fizeram o cisma que dividiu as tribos de Israel e Judá. A mesma coisa aconteceu com o cisma entre católico e...