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PSL: Um Polaco de Cada Colônia

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Por: Júlio César Anjos A expressão muito usada no Paraná: “Um polaco de cada colônia” significa um agrupamento capturado a esmo para fazer uma ação em equipe. E geralmente é usado para explicar que alguém fez um “catadão” e por isso este grupo não “dará liga”. Não é porque os polacos são parecidos que essa formação de grupo dará certo em algum trabalho em turma. Deste modo, pela loucura eleitoral em 2018, é fácil compreender que o PSL é “um polaco de cada colônia”. Estava escrito que não iria funcionar. De qualquer modo, há de fazer uma análise sobre essa fuzarca criada na bolha política que envolve PSL e Bolsonaro. Sobre a Briga Se nesta altura do campeonato, neste fim de primeiro mandato, o PIB do país estivesse a fechar em 3% a.a., se tivesse pleno emprego, com retomada de melhora em todos os indicadores sociais, com robustez de crescimento para os próximos anos, e sorriso no rosto do povo que voltou a prosperar, este cenário positivo por si só pacificaria não só o...

Economia: Expectativa x Realidade - O Problema está no Câmbio

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Por: Júlio César Anjos “Nenhum país do mundo prospera com moeda fraca.” – Júlio César Anjos Eis que se abre a porta da sala principal do Ministério da Economia e Paulo Guedes junto com a sua equipe econômica estão dançando em forma de trenzinho lá em Brasília, todos felizes cantando a música: Pequeno Mundo, do grupo Dó-Ré-Mi: Há um mundo bem melhor Todo feito pra vocês É um mundo pequenino Que a ternura fez Porque acreditar que somente desvalorizar o câmbio seja a solução para a volta do crescimento do país, tal pensamento chega a ser pueril, e burro também, pois, não se utiliza – principalmente na economia! – de solução simples para problema complexo. Em miúdos, com a desvalorização do câmbio, Guedes tinha como expectativa o crescimento econômico; mas a realidade trouxe por ora um mero pibinho como concretização. Queria ser China; está para virar Argentina. É preciso analisar. Análise Expectativa x Realidade do Câmbio Desvalorizado Expectativa ...

Cenário Eleitoral: Os 3 Tipos de Oposições e a Dificuldade em Governar

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Por: Júlio César Anjos “Se não for possível o sabor do fruto, ao menos que nos sobre o aroma da flor; Se não pudermos contar com o aroma da flor, que nos sobre pelo menos a beleza do orvalho sobre a folha; Mas se nem isso for possível, que nos fique o vigor da multiplicação contida na semente, assim como a esperança será o nome deste partido que nasce hoje.” – Mário Covas, sobre a criação do PSDB. É tempo de incertezas. Dólar chegando a r$ 4,00 (quatro reais), o crescimento do PIB naufragando, a dinâmica econômica estagnada, além de falta de perspectiva do brasileiro diante do desgaste político de um modelo de PMDB/PT que se esgotou de forma salutar. Então, a esperança está na eleição. O pleito de 2018, portanto, sem nenhuma lógica racional, virou uma espécie de portal para o paraíso que irá se fechar. É por isso que, até lá, o povo contenta-se em ficar parcimonioso porque acredita de forma pueril que somente a eleição poderá fazer tudo mudar. De todo modo, o problema, por...

Ciclo Econômico

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Por: Júlio César Anjos O que o leitor mais escutará dos engravatados, daqui para frente, será o tal do “ciclo econômico”, a fim de anestesiar o povo sobre uma “possível” melhora que ocorrerá em breve. Mas em breve quando? Eles não sabem e não podem precisar. Porque essa artimanha é somente blefe para ganhar tempo, pois os pelegos do governo estão desesperados e não sabem o que fazer e o futuro que virá. A única coisa que sabem é que o “agora” (hoje) está agonizante, ninguém aguenta mais a incompetência econômica e social do país, praticada pela política sufocante. Portanto, esse será o mantra reverberado, incessantemente, pelos vendidos do governo. O que é ciclo econômico? São variáveis econômicas, que oscilam entre o boom (crescimento extremo) e a recessão (contração total) das atividades de um país. É a tal “mão invisível” do Adam Smith, ou o velho provérbio conhecido por todos: “não há bem que sempre dure, nem mal que se perdure". Ou seja, as variáveis econômicas segue...

E[co(no)mico]

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Por: Júlio César Anjos O termo econômico desmembrado cria dois outros substratos que registram bem a real essência desta área do “saber”, pois o estudo econômico, hoje, se não é cômico, é mico. Esta área especifica perdeu o critério, o real valor na sociedade brasileira, sendo mais um módulo qualquer, que se apresenta também somente como mais um cursinho caça níquel nas universidades do país. O curso e a profissão, na era PT, perdeu status, padrão.   O Brasil, na era do regime militar, sofria do problema de hiperinflação que judiava do povo em geral, por causa da falta de organização e controle econômico que estourava na celeuma social. Jovens preocupados com o futuro da nação buscavam, incessantemente, cursos de Ciências Econômicas para contribuir à sociedade, com o aprendizado sendo um cursor a melhorar a condição do país. Profissionais como Gustavo Franco e Armínio Fraga fizeram o plano real, que cerceou a destruição que a inflação imputava ao povo, tornando o controle ...

Favela Gourmet

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Por: Júlio César Anjos Absolutamente qualquer coisa que se queira maquiar para vender como algo valioso se faz através do estereotipo Gourmet.  É uma espécie de mágica, em que se gera introdução de uma palavra e há a agregação de valor, mesmo que o produto não tenha modificado em si. O Brasil possui favelas demais, que são bem conhecidas, com problemas variados, mas que agora são melhores por serem diferentes. Mas diferentes de quê? Da introdução do glamour. Porque conurbação problemática com Alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) nada mais é do que Favela Gourmet. (Favela com alto IDH = Favela Gourmet). Por que tal fenômeno foi acometido? Afinal, o país passava por uma transição para potência mundial, com opulência e riqueza ao esplendor, tudo pelo selo do espetáculo do crescimento oriundo de Lula, o filho do Brasil e mago da manipulação. O Brasil permeia do crivo que tudo de ruim veio de FHC – até as favelas em geral -, e tudo de bom veio do Lula, que resolveu tudo,...