Postagens

Mostrando postagens com o rótulo roubo

Grécia Comunista

Imagem
Por: Júlio César Anjos O partido comunista – pelo eufemismo de Syriza (Coligação da Esquerda Radical) - venceu a eleição falando a mentira ou a verdade. Em qualquer uma das situações, a Grécia está condenada. Pois, se mentiu, perde credibilidade e confiança do mercado; Se falou a verdade, a ideologia se encarrega de afundar mais ainda o país. Justamente porque o comunismo não funciona na prática. O que essa linha utópica pode fazer é somente postergar o tempo de comando majoritário nas mãos dos comunas no executivo nacional, com as estratégias das mais variadas. Só isso, nada mais. Como já dito antes nesse blog, o comunismo se insere na carência. O plano de austeridade para limpar a Grécia de devaneios provou-se ineficaz, pois a sociedade grega não foi produtiva e/ou capaz suficiente de pagar as próprias contas que produziu num passado não muito distante. Diante da fragilidade da população em se apegar a qualquer coisa como sendo herói, o grego caiu no bojo comunista, que semp...

Inversão de Valores na Corrupção

Imagem
Por: Júlio César Anjos O povo está sendo bombardeado pela imprensa sobre petrolão e lava-jato. Pelo mote de mensagem, parece que são dois desvios distintos, que se cruzaram pela coincidência de serem deflagrados no mesmo tempo. Esse pensamento é errado, já que esses falsos caminhos corruptivos são a mesma coisa. Um caso se refere ao congresso e o outro às instituições, sendo juntado pelo mesmo esquema de roubo e fraude. A operação lava-jato é uma atividade da polícia federal, para prender corruptos que assaltaram a coisa publica, através de conluio, cartel, superfaturamento, tudo para ganhar dinheiro fácil, quebrando a regra do jogo licitatório. Começou a partir das delações premiadas do doleiro Youssef. Já o petrolão é o termo utilizado para divulgar o crime que os políticos fizeram ao erário público, por dar brechas para que os empreiteiros, que hoje estão sendo presos pela operação lava-jato, se corrompendo através de aceite de um percentual que iria para o bolso do pol...

Impeachment

Imagem
Por: Júlio César Anjos Só duas situações tornam verdadeiro o Impeachment: Por roubo direto, via confisco, do povo; E por fraude em eleição. Qualquer outra justificativa que fuja dessas questões é somente choro de perdedor, não sendo legitimado por não ter razão. O confisco é algo natural, gera reação do povo por causa do acinte de governante, como o Collor, por exemplo, fez ao confiscar a população.  E dos infortúnios, são três tipos de lesões: Confisco de ativos (patrimônios e bens); Confisco de salários; E confisco de Mais Valia (lucro). O terceiro item, no Brasil não gera comoção, governante pode ficar tranqüilo para ceifar capitalista porque o povo não compreende pormenores. Já tomar o dinheiro do povo, via salários, e da classe média, via poupança e afins, tal situação gera sim confusão ao findar em destituição.    A fraude na urna é uma questão de legitimidade. Como a democracia é regra de maioria, ao fraudar a urna, por motivos óbvios, o candidato...

A Cereja

Imagem
Por: Júlio César Anjos     Certa vez, o dono de uma confeitaria, com problemas de mercado, resolveu inovar, dispondo da ferramenta marketing, a fim de impulsionar as vendas. Começa a implantar um sistema qualquer já estudado previamente,  utilizando mecanismos para chamar a atenção sobre o varejo, ao atribuir diferenciais perante os concorrentes imediatos. Mas Felipe não imaginava a tamanha repercussão que causaria por causa do novo método que constituíra, deixando todo o mundo perplexo. Felipe acorda cedo, abre a loja, e mostra à primeira freguesa o novo bolo que acabara de ser feito. O doce custa R$ 16,00 (Dezesseis reais), R$ 15,00 (Quinze reais) a Cereja e R$ 1,00 (Um Real) o bolo. A cliente fica curiosa por verificar tal situação e pergunta ao confeiteiro se realmente seriam esses os valores, e o dono do estabelecimento diz que é exatamente o que está aparecendo, a cereja custa muito mais do que o bolo. A cliente pergunta se pode ser feita a venda soment...

Os fins justificam os meios

Imagem
Por: Júlio César anjos Uma empresa de engenharia faz uma compra de dinamites. A explicação dada para o consumo deste produto se dá pela causa da necessidade de implodir residências antigas, a fim de acelerar o processo de construção de uma casa nova. Quantidade suficiente, tudo na legalidade, não há nada que desabone o serviço, parece que preenchem os requisitos aceitáveis para ter o direito de utilizar tal produto periculoso. A empresa de engenharia, durante um ano, necessita destas quantidades para dar seguimento aos serviços de construção de casas, pois tempo é dinheiro. 6 meses antes O mesmo investidor que comprou os dinamites está disposto a ampliar o capital. O cidadão quer expandir os negócios e sujeita até mesmo a crimes para conseguir alcançar os objetivos, que são os lucros crescentes da empresa que administra. E o investidor entra no crime organizado, na verdade ele organizará o crime que será cometido em uma cidade mediana capital de um estado do su...