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Choque de Civilizações não é sinônimo de Guerra Cultural

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Por: Júlio César Anjos Choque de civilizações é uma teoria criada pelo cientista politico Samuel Huntington que atentou sob o aspecto de que, após a guerra fria, as divergências civilizacionais seriam o comburente de desunião entre povos - contra a globalização! -, por causa das diferenças entre culturas, seja ela pelo prisma de religião, costume, tradição, ideologia e etc. Embora seja uma obra que evidencia impossibilidade de união por antagonismos, o pensador não chegou ao ponto de prever uma “guerra cultural”, como a possibilidade disto acontecer nos dias atuais. Porque o choque de civilizações é até algo natural, já houve tais casos na antiguidade; mas guerra cultural é algo artificial, inoculado, por isso é bom explanar mais sobre tal assunto em questão. A guerra fria cessou e o que se evidenciou foi o fato de que o capitalismo, embora cheio de falhas, é um sistema econômico superior ao socialismo, pois é uma matriz econômica menos nociva e mais abrangente por ser utilitá...

Os Ausentes Nunca Terão Razão!

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Por: Júlio César Anjos Em elucidação aos “indecisos” que querem faltar a votação do impeachment de Dilma Rousseff. Eis que é fato a afirmação: Os ausentes nunca terão razão! Dessa vez, não farei textão. Apenas trarei um pedaço do Maquiavel para abrir os olhos dos possíveis faltantes da maior votação da história brasileira. Pois, quem se ausenta nesse momento, deve se ausentar para sempre, pois não se faz como representante indireto do eleitor que o delegou tal condição. Será aposentado pela urna eleitoral. Assim escreveu Maquiavel: “ Sempre acontecerá que aquele que não é amigo procurará tua neutralidade e aquele que é amigo pedirá para que te definas com as armas. [...] O Vencedor não quer amigos suspeitos ou que não o ajudem nas adversidades; quem perde não te recebe por não teres querido correr a sua sorte de armas em punho.” Ou seja, quem vence, depois do ocorrido, não tem obrigação nenhuma de ofertar qualquer benefício do pós luta, e quem perdeu fica com ojeri...

Marina Cisma

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Por: Júlio César Anjos Marina cisma querer ser presidente. Mesmo com uma base cismada, ela quer forçar a lei da natureza, e eleitoral, para conquistar a vaga de gerente do Brasil. Todo mundo gosta de superar obstáculos, vencer barreiras, ser importante por ter conquistado, por mérito, uma situação que trabalhou duro para se concretizar. Mas nem toda a vitória significa materialização do melhor, pois, como se sabe, a política tende a boicotar tal assertiva, sendo que “qualquer um” pode ser o representante máximo de uma nação “democrática”. A candidata do PSB quer ser “presidenta” porque é “sonhática”. Sonho que poderá, caso não mude o jeitinho de ser (e até de pensar), virar um pesadelo. O cisma, como racha, é etimológico utilizado para explicar a quebra somente de divergência pontual, mantendo a base de pensamento. É a fissura dentro de um mesmo objeto padrão. Os judeus fizeram o cisma que dividiu as tribos de Israel e Judá. A mesma coisa aconteceu com o cisma entre católico e...

Lugar que Falta Pão

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Por: Júlio César Anjos Já diz o ditado: “Em casa que falta pão, todo mundo briga e ninguém tem razão”. E essa frase deriva justamente àquilo que muitas correntes proferem em defesa da liberdade econômica à social.  Mas, como assim? Simples, uma região que está com dificuldade econômica, tudo é motivo para gritaria e algazarra que em muitos casos nem nexo tem. Por isso que o Brasil está implodindo. E, sendo assim, parafraseando Olavo, nesta situação o que mais sobra é o tal do imbecil coletivo. Em uma região próspera, em que o sucesso econômico deriva em uma concretização do melhoramento social, as pluralidades são suportáveis, com o respeito como salvaguarda do bem-estar. O palestino é até vizinho do Judeu; O professor comunista debate harmoniosamente com o empresário capitalista; O pobre se incomoda e o rico se sensibiliza. Ou seja, as divergências ficam em segundo plano, pois a evolução do melhoramento anda devagar, mas trilha no caminho certo. Contudo, em uma regi...

Casa no campo?

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Por: Júlio César Anjos Ao passear em um parque de cidade grande, o conforto faz lumiar os pensamentos da natureza, explodem as sensações do meio ambiente, aspirações de quem flerta com o eco sistema padrão. E nesse cenário, uma pessoa qualquer começa a cantarolar: - “Eu quero uma casa no campo/Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé/Onde eu possa plantar meus amigos/Meus discos e livros e nada mais”. Não vale a pena entrar no detalhe que a Elis quer plantar os amigos – a plantinha inocente e a maconha -, o que importa no contexto é a humilde residência. A cantarola de parque quer uma casa no campo. Será? Primeiro, que casa no campo, sítio, chácara e afins possuem restrições ambientais, pois, assim como o cidadão proprietário gosta da natureza, outras pessoas tratam de resguardar o que sobra, já que o verde tem por obrigação predominar o meio. IBAMA, ONGs, pessoas eco chatas não deixam o dono da terra nem mesmo fazer modificações estéticas em determinadas situações, o que frustr...

O Reality Show

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Por: Júlio César Anjos Em uma escola do interior do estado, uma criança, em sala de aula, pergunta de forma irônica se era verdade que havia há 50 anos um reality show que mostrava apenas o rosto de uma mulher, estática, durante 1 hora. O professor pensa um instante... Aos pensamentos do professor a viagem chega até os tempos áureos da sua juventude, época em que a cidade interiorana era muito pequena na questão de demografia, já que na extensão territorial sempre fora pequena mesmo. Naquela época, a tecnologia não se mostrava tão farta e acessível como os dias atuais, a diversão sempre estava na rua, através de conversas com os amigos e entretenimentos, ao céu aberto, como partidas de futebol e lazer em geral. Assis Chateaubriand traz novidade para o interior do estado, é uma televisão preta e branca, com limitações técnicas e uma imagem sofrível em um primeiro momento, mas novidade para as pessoas que nunca tinham visto tamanho progresso tecnológico. Como iniciara o proc...

Propaganda, a borracha que apaga problemas Petralhas

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Por: Júlio César Anjos     Quarenta porcento (40%), global, de compradores inadimplentes, crédito escasso, crescimento pequeno, circula pouco dinheiro, efeito multiplicador zero. Propaganda para encaná-lo. Trinta porcento (30%) das empresas inadimplentes, dificuldade em investimentos, escassez de tecnologia, depreciação de maquinário, falta de qualificação profissional, estagnação industrial, projeções desanimadoras para os próximos anos. Propaganda para enganá-lo. Flexibilidade do IBGE, estagnação da vida, dificuldade em fazer o país prosperar, sem oposição para culpar, fracasso em administrar, manipulação de pesquisas. Propaganda para enganá-lo. Dívida pública cresce, estado paternalista, coleira para o povo, cidadão dependente, sem evolução e criação, sem educação. Propaganda para enganá-lo. Poder de compra diminui, desemprego cresce, sonhos morrem, moral flexível, ética diferente, promiscuidade em alta, violência aumenta, stress explode, depressão atin...