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Mostrando postagens com o rótulo economia

O Supermercado do Paulo Guedes

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  Por: Júlio César Anjos   Paulo Guedes disse: "Entro no supermercado e as pessoas me agradecem". 1º Que quem faz o supermercado para o Paulo Guedes é a sua empregada – que não vai mais pra Disney. 2º Que mesmo que ele tenha ido para o supermercado, ele não foi para o mercadinho “Big-Bom” na esquina de bairro de pobre. Foi em supermercado que o pobre desconhece e nem sabe o nome. 3º Se realmente foi para o supermercado e ele foi elogiado pelos clientes, a conversa correu da seguinte forma:   Paulo Guedes no Supermercado seria mais ou menos assim:   Paulo Guedes para em uma gôndola de supermercado e começa a pegar os produtos das marcas preferidas, sem ao menos olhar o preço. Enquanto desfila e baila nos corredores do supermercado, ele conversa com os frequentadores do estabelecimento: Já se dolarizou hoje dona Carminha? – disse Paulo Guedes Ainda não, senhor Guedes. Mas estou vendo que vou precisar – disse a Carminha. Tá vendo como o Real es...

Banania: O Reino

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Por: Júlio César Anjos Era uma vez um reino chamado Banania. Este território nunca foi imperialista tampouco importante em conquistas globais. Sempre se encontrava isolado e restrito. O seu povoado, embora sem muitas condições materiais que os mantivessem confortáveis, ao menos tinham um tratado de paz de convívio entre os seus cidadãos. Mas tudo isso mudou quando houve a sucessão da coroa, cujo Rei tornou-se Riaj. Riaj inicia um governo ruim e começa a ficar impopular mediante satisfação dos viventes da região. O Sistema Papado Romano dá uma facada no imperador, ao passo que se começa, num período bem próximo, uma pandemia para castigar toda a civilização.     Riaj apela para a feitiçaria. E após criar uma poção que se ativa após falar palavrão, toda aquela população fica a mercê das ações da tirania desde então. Com o caminho aberto pela feitiçaria, os senhores feudais, suseranos, e o clero resolvem trabalhar a serviço do imperador: O Feiticeiro : e...

Guerra Fria: O Mundo de 1964 e O Mundo de 2020

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Por: Júlio César Anjos Deu n’O Antagonista a seguinte manchete: “uma nova guerra fria em meio à pandemia”. A chamada destaca a observação da organização sem fins lucrativos Asia Society, cujo relatório mostra que os ânimos de China e dos EUA estão cada vez mais acalorados neste momento de crise de saúde mundial. Sabendo dessas articulações no tabuleiro global, o Brasil certamente tem que se posicionar. Deste modo, há de observar que se houver uma nova guerra fria de fato, o Brasil não deve se alinhar automaticamente a nenhuma das duas nações pelo motivo óbvio de que o mundo atual de 2020 não é o mesmo do passado, aquele do fatídico 1964. É preciso raciocinar sobre isso. Ciro Gomes – ele, sempre ele, o mentor da econometria embusteira! – afirma em seu bordão que o país cresceu maravilhosamente entre os intervalos de década de 1930 até 1980. Diante tal contundência do pedetista, é verdade essa afirmação? Mais ou menos. Primeiro que a elite nacional sempre fez keynisianismo infla...

Coincidência: Crise Econômica Mundial Vinda dos EUA x Pandemia

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Por: Júlio César Anjos Veja só que coincidência interessante envolvendo crise econômica mundial [iniciada nos EUA] e pandemia desde o começo do século XXI até agora.[Crise econômica vindo dos EUA? Pandemia logo em seguida!] No ano de 2001 estoura a bolha da internet das ditas empresas “ponto com”. E em 2002 aparece a pandemia SARS, que gerou uma agitação na mídia e apreensão nas pessoas ao redor do mundo. A partir deste momento, mais dólar é impresso nos EUA, bancos centrais do mundo todo aumentam centralização de poder e o Oriente Médio, sob o domínio da Casa de Saud, engessa ainda mais o mercado de petróleo pelo Petrodólar. Após as atribulações, as coisas voltam ao “normal”. *** E, como sabido, a economia vive de ciclos, ou seja, de períodos de bonança e momentos de tempestade. Então, em 2007 a crise do subprime explode até o ponto de fazer uma crise imobiliária em 2008. E em 2009 aparece o terrível H1N1, que gera agitação na mídia e apreensão nas pess...

A História Não se Repete; Mas Rima

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Por: Júlio César Anjos “Minha gente, não me deixe só”, essa era a frase do Collor ao se reportar ao povo brasileiro para que a população mantivesse o presidente playboy no cargo presidencial. Com a economia em frangalhos na época, o ex-presidente em 1992 pediu para todos irem às ruas vestindo-se de cores verde-amarelo. A massa atendeu parcialmente o recado e encheu as calçadas pelas vias democráticas. Mas ao invés de ir para o asfalto de verde-amarelo, foi de indumentária preta, como símbolo de luto de um governo que tinha morrido e restava somente o sepultamento como solução. Agora, Bolsonaro rima com o Collor. Não foneticamente, mas como história, como já observava Mark Twain. Em 1992, quando o Collor chamou o povo às ruas para defendê-lo do impeachment, a esquerda que naquela época era considerada ilibada [o PT ganhou a eleição 10 anos depois, em 2002 com o mote: “xô, corrupção”], conseguiu raptar o movimento conclamado pelo Collor que deveria ir às ruas com as c...

Coronavírus: O Capitalismo Exauriu

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Por: Júlio César Anjos Para esconder a verdade, primeiro o Sistema veio com a conversinha da “guerra comercial”. Não deu certo. Depois, veio com a perturbação do tabuleiro no oriente médio para tentar criar desestabilização mundial. Também não deu certo. E agora, por fim, gerou-se pânico de colapso de contaminação para gerar alvoroço e estardalhaço mundial com o Coronavírus. Funcionou. Todo esse esforço vindo do Sistema se dá para que as pessoas não saibam o óbvio: o Capitalismo entrou em exaustão. O Estado Capitalista junto com os capitalistas em si, para sobreviverem e manterem-se no controle precisam do tripé do aceleracionismo: Produção; Acumulação; Consumo. Qualquer falha neste mecanismo gera problema econômico, o que faz com que o medidor chamado PIB entre em declínio. Este índice, por má-intepretação [errada], é considerado sinônimo de qualidade de vida e bem-estar dos povos ditos capitalistas. Se o PIB está elevado, o tripé está em funcionamento e tudo está bem. Caso c...

A Importância das Pequenas Cidades nos Rincões do Brasil

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Por: Júlio César Anjos Um texto contrário à extinção das pequenas cidades aventada pelo Paulo Guedes. Pela lógica liberal, estas cidades com menos de 5 mil habitantes irão sumir, mas o povo não, pois irão ser absorvidas – em tese - por cidades de maior porte ou por fusão entre cidades próximas. Pensamento simplista que tenderá a dar errado. Já a lógica socialdemocrata de análise se baseia no fato de que essas prefeituras subsidiadas pela União comportam-se como pequenas indústrias inseridas nestas regiões. E assim como uma pequena indústria ao sair de uma região gera impactos diversos, tanto em questão econômica quanto social, a saída da União ao aportar recursos a estas cidades também terá um impacto negativo em tais localidades. Levantam-se então essas questões para fazer um debate mais bem elaborado sobre o fim dos pequenos municípios para que se tome a melhor decisão possível. Veja, agora, as 13 questões impactantes ao acabar com o aporte – e com isso determina...