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Favela Gourmet

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Por: Júlio César Anjos Absolutamente qualquer coisa que se queira maquiar para vender como algo valioso se faz através do estereotipo Gourmet.  É uma espécie de mágica, em que se gera introdução de uma palavra e há a agregação de valor, mesmo que o produto não tenha modificado em si. O Brasil possui favelas demais, que são bem conhecidas, com problemas variados, mas que agora são melhores por serem diferentes. Mas diferentes de quê? Da introdução do glamour. Porque conurbação problemática com Alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) nada mais é do que Favela Gourmet. (Favela com alto IDH = Favela Gourmet). Por que tal fenômeno foi acometido? Afinal, o país passava por uma transição para potência mundial, com opulência e riqueza ao esplendor, tudo pelo selo do espetáculo do crescimento oriundo de Lula, o filho do Brasil e mago da manipulação. O Brasil permeia do crivo que tudo de ruim veio de FHC – até as favelas em geral -, e tudo de bom veio do Lula, que resolveu tudo,...

Pseudo nem-nem

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Por: Júlio César Anjos O que se discute hoje em dia é a percepção do crescimento da dita “geração nem-nem”. Geração nem-nem, para quem não sabe, é o conceito que se dá para jovem da atualidade que nem estuda e nem trabalha. E “pseudo” significa algo que finge ser o que não é. Porém, a tautologia se dá mais por uma fatia da sociedade que se enquadra nos termos (o nem-nem), com os jovens sendo maioria, enquanto que há no Brasil uma totalidade problemática de pseudo nem-nem, que não estudam e não trabalham de forma ampliada. Um engravatado vai à TV e diz: “Falta mão de obra qualificada no Brasil”. E o assistente responde de prontidão: “Mas o Brasil está cheio de Universitário desempregado”.  O problema, que ninguém enxerga, é que a expressão “falta mão de obra qualificada” é um eufemismo para críticas severas, que, se proferidas, fariam o especialista, que foi na mídia, virar alvo das pessoas que não suportam escutar a verdade: que brasileiro é improdutivo, não gosta de estud...

O Pré-Sal

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Por: Júlio César Anjos O PT vai se utilizar, mais uma vez, da privatização. O partido que há pouco tempo exorcizava tal iniciativa austera, econômica e racional, agora, vendo o circo pegar fogo e a crise se instalar ao âmbito nacional, deixa a hipocrisia guardada no estoque porque infelizmente é o certo a fazer. Há discussões sobre o como fazer, se a partilha é o melhor sistema de privatização de outras, ou se há alternativas para impedir tal negociação. O fato é que o sistema exauriu, seja pela incompetência vermelha ou pelo método rudimentar sacramentado desde a época de Vargas, o fato é que estatismo nunca dá certo, nunca é bem-sucedido.  Mas a principal pergunta que permeia toda rodada de negociação é única: O pré-sal existe?  Para responder a pergunta, há a necessidade de comparação com outro produto similar, a fim de deixar mais lúdica a defesa de que o pré-sal não existe de fato. Agora, Imagine senhores, para critério de comparação, um turismo lunar. A lua ex...