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Mostrando postagens com o rótulo consumo

Coronavírus: O Capitalismo Exauriu

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Por: Júlio César Anjos Para esconder a verdade, primeiro o Sistema veio com a conversinha da “guerra comercial”. Não deu certo. Depois, veio com a perturbação do tabuleiro no oriente médio para tentar criar desestabilização mundial. Também não deu certo. E agora, por fim, gerou-se pânico de colapso de contaminação para gerar alvoroço e estardalhaço mundial com o Coronavírus. Funcionou. Todo esse esforço vindo do Sistema se dá para que as pessoas não saibam o óbvio: o Capitalismo entrou em exaustão. O Estado Capitalista junto com os capitalistas em si, para sobreviverem e manterem-se no controle precisam do tripé do aceleracionismo: Produção; Acumulação; Consumo. Qualquer falha neste mecanismo gera problema econômico, o que faz com que o medidor chamado PIB entre em declínio. Este índice, por má-intepretação [errada], é considerado sinônimo de qualidade de vida e bem-estar dos povos ditos capitalistas. Se o PIB está elevado, o tripé está em funcionamento e tudo está bem. Caso c...

Adorno: Beatles? Grace Slick!

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Por: Júlio César Anjos     Há muita discussão sobre influências de pensadores nas músicas de épocas que marcaram gerações. E isso deve ser debatido realmente, desde que seja discutido pela lógica e o bom senso. Até porque depois de comunista até debaixo da mesa, agora a extrema-direita está vendo diabo em tudo quanto que é lugar. A estética é bem naquela pegada de chamada de filme: "Dos criadores de: 'É tudo comunista', vem aí: 'Isso é coisa do diabo'".  Isso que dá misturar nacionalismo com religião. É preciso esclarecer. Recentemente, por exemplo, o astrólogo Olavo de Carvalho manifestou-se pela lógica de teoria da conspiração relacionando a banda Beatles com o filósofo Adorno. Ora, quem acredita que a banda Beatles tem alguma coisa a ver com o filósofo Adorno, cujo estaria por trás de um plano diabólico em curso, acredita também que se tocar o vinil de alguma banda ao contrário, tal ato fará com que se dê para ouvir mensagem do Satan...

Quem Vai Pagar o Pato?

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Por: Júlio César Anjos Nas manifestações “fora Dilma!” do impeachment da petista, a FIESP logo mandou avisar que não pagaria o pato, ao demonstrar que o empresariado não vai mais bancar a bagunça estatal [mesmo todo mundo sabendo que o corporativismo empresarial surfou no Lula e na Dilma – até onde deu]. Mas a fatura é alta, deve ser paga para não gerar mais crise ainda, com alguns políticos, até mesmo os mais bem colocados em intenção de voto, corporativistas que já estão sinalizando que também não pagarão o pato, pois não mexerão nas benesses de jeito nenhum. Se Empresariado e Estado não querem pagar a conta, então a fatura ficará para o “povo” (pessoa física) honrar compromisso de terceiros. Nese caso, então, há três visões de mundo para resolver esta situação: Esquerda; Direita; Centro. Deste modo, não havendo enxugamento da máquina pública por causa do corporativismo estatal – ao não conseguir acabar com as benesses dos marajás que vão desde a ponta até a base da pirâmid...

A Economia Puxa x Empurra Comunista

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Por: Júlio César Anjos Para o comunista com ânsia em economia planificada, oferta e demanda não vale nada, só o que há de senso é que um órgão central tem o poder de fazer mágica com a tal ideologia supostamente elevada.   Diante desta monta, o intelectual de esquerda, ao ter que fazer remodelagem da causa, ao invés de mostrar de fato a estratégia, camufla o plano para que não se perceba o que está em curso, moldando também o como estruturar a economia. Por isso que aparece, deste modo, o sistema econômico Puxa e Empurra Comunista, que asfixia as duas pontas da economia, ao controlar oferta e demanda de mercado. O socialista, então, acreditando na crença e no estudo monopolizado de Marx e Gramsci, faz o Brasil (e o bolivarianismo) ser regido pelos embasamentos fracassados, confirmados por praxeologias históricas, nos empirismos dos movimentos comunistas que levaram milhões de pessoas à morte porque modificaram de forma atrapalhada a organização do mercado.  Sorra...

Maconha: Melhor que Cigarro

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Por: Júlio César Anjos O debate sobre a legalização ou não das drogas está em ebulição. Mesmo todo mundo sabendo que não é causa primordial tal discussão, pois o povo precisa resolver outras ocasiões mais complexas e problemáticas que a primazia do uso livre da droga ou não, o embate está em voga neste momento. E nesse meio termo, surge a execução da maconha ser a bola da vez, ser a substância queridinha do libertário de ocasião. Os defensores da causa, para defender a “erva natural”, comparam produtos de similaridade e a praxeologia em curso. A Cannabis não será igual o cigarro, será melhor, pois maconha, para o principal envolvido no processo, é melhor que tabaco. Primeiro que se compare maconha ao cigarro, como produto similar.  Os dois produtos ferem o princípio do dano, em que a fumaça incomoda terceiros. Os dois provocam, no longo prazo, problemas à saúde, sendo que intoxicam os pulmões e afetam outros fatores ao uso prolongado no individuo viciado. Os dois causam cu...

Super Egg Contra o Dragão da Inflação

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Por: Júlio César Anjos Eis que para conter o vilão da inflação, o governo chama o Super Egg para travar luta contra o dragão que faz aumentar preço de gondola do supermercado, por causa da falta de oferta do produto ou abundancia de impressão de cédula monetária. Se a carne pressiona a inflação, então que o povo coma ovo, pois é a solução do fracasso, resolução simplória de um mecanismo complexo, mostrando que o governo está desnorteado e não consegue pensar em outras opções, desnudando o desespero da possível volta da bagunça econômica em concepção. Por isso o Super Egg é a solução! Primeiro que ovo é nutritivo. Faz parte do cardápio de comida balanceada, contendo vitaminas e nutrientes. Portanto, o ovo tem o seu valor. O problema não está no subproduto originado pela galinha, mas a sensação de perda de direito, de ganho real, ao ter que, por obrigação estatal, não poder comer carne porque o soldo não confere tal assertiva.  Todo mundo quer comer uma carninha de vez em qu...

As Mulheres das Echarpes Verdes

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Por: Júlio César Anjos As mulheres das Echarpes Verdes - Delírios de Consumo das socialistas/comunistas. Há um filme no Brasil chamado: “Os delírios de consumo de Becky Bloom”, uma comédia que satiriza os gastos excessivos de uma compradora compulsiva e todo o seu frenesi. Lá pelas tantas do filme a protagonista vira uma escritora de uma revista de economia famosa, escondendo-se por um pseudônimo qualquer, e ganhou fama pelo seguinte titulo de publicação: “A Mulher da Echarpe Verde”.  Quem assistiu ao filme sabe que bem no clímax a protagonista (Isla Fischer) mesmo continuando compulsiva com as compras, dá dicas do bem administrar, mostrando o paradoxo da trama. Após a antítese, o filme leva a um final feliz, como deve ser um fechamento de produção de entretenimento, pois, afinal, de tragédia já basta a vida real, não é mesmo? A Becky Bloom (Isla Fischer, protagonista a trama), ao ter que ver aquela enxurrada de boleto e aviso de cobrança, fica “borocochô” e dá a s...

A escolha do único caminho: O Fim

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Por: Júlio César Anjos A patacoada do PT materializa-se como um feixe de luz e, em curto período de tempo, o relinche vem a reboque. Assim como o relâmpago precede a luz (em uma trovoada qualquer), os erros do partido do governo precedem à justificativa (por causa da materialização da crise). A desculpa, o relato da situação, não pode ser aprimorada, pois, como se sabe, o PT fala para o povo. Como a sociedade brasileira é composta por 75% de analfabetos funcionais, falar bonito soaria mais como um falso engodo do que uma explicação plausível da situação. O governo, para tal medida, justifica-se pela mediocridade aceita por toda a comunidade, pois é menos dolorosa, a curto prazo, a mentira confortável à verdade esclarecedora. Sendo assim, a economia do país segue a pulos de canguru à Estagflação (Estagnação econômica com inflação acentuada). O governo, nos últimos meses, criou vários programas, medidas para tentar melhorar a situação do enfermo país. Mas o remédio é ínfimo a...

O mercado em que tudo compro

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Por: Júlio César Anjos No mercado em que eu compro, seja guloseimas ou o “rancho”, há algo um tanto quanto cômico, o sistema é anormal, os clientes são poucos consumistas e os trabalhadores são letrados. O local é muito  frequentado   pelas mesmas pessoas, criando um hábito regional, o que fica reluzente é que todos se conhecem, e as vidas são de conhecimento de todos. O grande retângulo da fofoca, a arquitetura da loucura. A maioria dos clientes são os observadores dos produtos, investigadores da falta de dinheiro, ficam somente rodando a gôndola, sem falar a todos que não compram produtos por estarem sem “um cruzeiro”. Mas há certo grupo que compra mercadoria, apesar de gastar tempo com pesquisa, enche o cesto de mão e vai triunfante até o caixa, a fim de registrar a compra do que lhe deseja. Porém, há algo raríssimo, espécimes ameaçados de extinção, os poucos que fazem a compra do mês, colocam tudo no carrinho de supermercado sem dar satisfação, não importa o va...