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12 de Setembro de 2021: Nem Lula Nem Bolsonaro - Contra a Polarização de Ladrões!

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Por: Júlio César Anjos Seja o condutor da mudança que o Brasil precisa. O futuro está em suas mãos.  Dia 12 de Setembro de 2021 ficará marcado como o dia em que o povo mostrará ter consciência ao virar cidadão. Consciência porque o povo descobriu que não precisa haver uma polarização de ladrões para as eleições presidenciais - seja a de 2022 ou qualquer outra vindoura. Senso de cidadania porque está indo às ruas justamente por causa deste propósito: sem partidos e/ou políticos definidos, o manifestante será a própria pessoa a oposição dos polarizadores ladrões. 12 de setembro é o dia do Basta! O povo não irá aceitar populismo barato, incompetência, corrupção, desvirtuamento de valores em prol a um projeto de poder e nem soluços golpistas querendo golpear o poder ao povo ao acabar com a democracia. Bolsonaro e Lula são as excrescências políticas que precisam um do outro para sobreviverem politicamente. Nem que esta sobrevivência faça o Brasil entrar em uma loucura coletiva por causa...

Teori Tem que Morrer!

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Por: Júlio César Anjos "Todos Estes que aí estão Atravancando o meu caminho Eles passarão Eu passarinho" Mario Quintana *** Enquanto todos ficam focados em saber quem mandou matar Marielle ou quem mandou dar a facada no Bolsonaro, eu quero saber quem bateu na mesa e, enfurecido, gritou: “Teori tem que morrer!”? Quem foi? Eu poderia acreditar que a morte do Zavascki fosse acidental se, e somente se, a operação lava-jato não tivesse dado o cavalo de pau que deu. Deste modo, Existem 2 operações lava-jato: 1) a que o Teori tocava. 2) a que o Fachin toca. E o óbvio é que deveria ter uma operação só.   A lava-jato do Zavascki tinha início, meio e fim. Começa pela puxada de fio na lava-jato, tem como desmembramento que PT-PMDB-PP, por controlarem a Petrobras, fizeram corrupção sistêmica, com o desenlace dando o Lula preso e o PMDB – ao colocar na cadeia Sarney, Renan Calheiros, Jucá - como a maior facção criminosa desde a época d...

Entrevista de Emprego: O Chupim e o João de Barro

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Por: Júlio César Anjos Para fins de ilustração, em uma agencia de RH, numa cidade qualquer, um grupo de consultoria laboral concede o prazer de entrevistar o João de Barro - a ave mais conhecida por fazer obra estrutural da natureza, e o Chupim – conhecido por sua habilidade flexível. E a pergunta, aos dois, é a de praxe: Por que devo contratá-lo? Uma indagação retórica, pois a pergunta em si nem é tão substancial, o importante mesmo é o conteúdo da conversa sob o ponto de vista de recrutamento e seleção. Eis que a entrevista teve a seguinte conclusão . Detalhamento da entrevista do João de Barro: O primeiro a ser entrevistado é o João de barro. O bichinho começa a explicar que não tem experiência, tudo o que sabe fazer é oriundo de instinto, o que conhece deriva de ir à luta e fazer por conta própria. Em suma: é um empreendedor. O pai não o ensinou a lida e nem mesmo teve um tutor que o fizesse de aprendiz de algum mestre familiar, somente tateou pela lógica do ser, que n...

Segunda Smith - Fatores que compõe o preço das mercadorias

 Por: Júlio César Anjos A alma da precificação de uma mercadoria se dá através de vários fatores, sendo que o mais comum é o trabalho a empregar, a dificuldade em executar e a raridade em encontrar/fazer. Um trabalho de difícil execução, ou que dependa de um tempo maior de finalização, é mais valioso que os seus antônimos. A facilidade faz perder o valor e o preço deve decrescer diante da simplicidade em fabricar tal produto. Quando o produto percebe-se de destreza por mão de obra qualificada por anos de experiência e habilidade, deve-se cobrar mais caro pela mão de obra. Antes as pessoas pegavam as frutas da natureza. Havia uma época em que ninguém era dono da terra, os seres vivos não sabiam trabalhar o terreno e viviam de forma itinerante como nômade. A exploração predatória liquidava os frutos e os animais de abete em tal região, fazendo tal povoado ter que migrar para outra região para fazer a mesma exploração. Com as mudanças revolucionárias do homem, o s...

O Feitiço

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Por: Júlio César Anjos Em uma pequena cidade o interiorana a comunidade implanta a pena de morte para assassinos. O prefeito e as pessoas mais poderosas da cidade aguardam o início da execução, estreando o novo sistema de punição da pequena civilização. Em uma sala pequena, com um vidro separando outra sala - a que se faz a execução, os espectadores aguardam a cerimônia formal e prestigia a morte de um serial killer pego fazendo uma onda de terror na cidade, matando quem via pela frente. Os policiais confessaram que de uma hora para outra chegou à cidade um rapaz atormentado, que surtou e começou a matar quem visse pela frente. O executado acabara de completar 18 anos, a cadeira elétrica é o presente de aniversário dele. O jovem olha no fundo dos olhos do prefeito da cidade e, enquanto a descarga elétrica ceifa a vida do detento, os olhos fixos entre os dois ligam a uma coisa maior, algo que ninguém consegue explicar, um olhar profundo que esfria a todos os assistentes da exec...