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Sobre o Aquartelamento dos Policiais no Espirito Santo

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Por: Júlio César Anjos     O aquartelamento “forçado” dos policiais do Espirito Santo, diante do caso dos familiares destes funcionários públicos impedirem a saída dos homens da bota às ruas, tal assertiva fez com que o povo se dividisse entre os defensores da greve, que entendem a situação precária da categoria, e os críticos que compreendem que o egoísmo dos policiais gerou o caos generalizado no estado. Por isso, o fato é que há outros parâmetros e enfoques a criticar, não só os policiais do Espirito Santo, mas guardião de qualquer estado também, que vão além do mero distúrbio popular. O que escancara como absurdo é o fato de marmanjo sacudo fazer familiar como escudo humano, a fim de “sensibilizar” o governante por meio de chantagem. Tal ardil não difere muito do próprio traficante fazer a “comunidade” [favela] como escudo de proteção contra os próprios militares, além de ser parecido com a estratégia que vai desde a cracolândia, passando pela grilagem de MST, até...

Alexandre de Moraes e o mimimi

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Por: Júlio César Anjos Senta que lá vem o choro: "mimimi, Alexandre de Moraes é tucano"; "mimimi, Alexandre de Moraes é do PCC"; "mimimi, Alexandre de Moraes é careca, feio, não faz parte do grupelho". Atenham-se, senhores, aos fatos: Alexandre de Moraes tem plena compreensão à hermenêutica jurídica; Alexandre de Moraes é especialista em direito constitucional; Alexandre de Moraes é "jovem" e inteligente, por isso incomoda "generais". O Brasil foi tão condicionado por 14 anos a aceitar juiz rábula na cadeira do STF, que, quando vê qualidade, até estranha a escolha técnica ao supremo. É certo que o Alexandre de Moraes não é um exemplo de carisma, mas ele vai para o STF, logo, não vai para um concurso de miss simpatia. Então, está tudo certo.

Resenha sobre o aumento da passagem de ônibus em Curitiba 2017

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Por: Júlio César Anjos O que se vê agora em Curitiba é a queda de braço político sobre o aumento da tarifa de ônibus na cidade. É o terceiro turno da eleição passada, pois os derrotados na urna não querem, em hipótese nenhuma, que o Greca faça boa gestão. Então, minam como podem a sua administração. O fato é que o Greca lutou quase que sozinho contra a lava-jato nível quintal atuante na capital. E o atual prefeito venceu o pleito sem demagogia, o que dói demais para os bandidos sediciosos pelo poder. A causa de tarifa de ônibus é só o começo de uma gestão que será atribulada desde a largada até a sua saída, independente se Greca ficará até 2020 ou 2024 (com reeleição) no poder. O ex-prefeito Fruet foi incompetente e demagogo em sua gestão [não só na questão de transporte, mas em tudo]; e o Leprevost, oposição da eleição do segundo turno, foi demagógico em campanha e, por lógica, faria uma gestão incompetente. Porque incompetência e demagogia andam lado a lado. E a ferramenta u...

Odebrecht: De Acossado a Celerado da ORCRIM

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Por: Júlio César Anjos Há rumores que a Odebrecht está a quebrar a ASA do PSDB. A ASA Tucana é o Acrônimo: A écio; S erra; A lckmin. A ave, por hora, não voa, embora continue viva, apesar de que não decolará em 2018. O alento é que sempre haverá novas eleições – dá para se recuperar com novas lideranças dentro do partido – novas asas surgirem. Agora, o problema mesmo da delação da Odebrecht não é a confissão em si, mas o TEOR da revelação da informação para a justiça. Isso será fundamental, pois o próprio Odebrecht poderá dar um tiro no pé, além de ficar preso para sempre, sem a condição de barganhar liberdade. Porque será o chefe da ORCRIM (Organização Criminosa).    A defesa das empreiteiras é simples: Sempre houve corrupção. Mas com o PT degringolou a situação, porque os políticos petralhas achacavam os empresários para pagarem propina, a manter o poder nas mãos. Ou seja, os políticos do PT chantageavam os empresários para receberem propina, em troca de ganhar...

Precarização Estatutária

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Por: Júlio César Anjos Muito funcionário público foi na onda dos petistas. Muito funcionário público, embora tenha feito uma prova de concurso, ainda acredita na mágica de criar dinheiro do nada. Muito funcionário público só olha para o próprio umbigo, pois, mesmo na crise, acham/vam que não seriam apenados pelo próprio colapso da coisa pública. Muito funcionário público não olhou para os países comunistas, em que os servidores da ponta da pirâmide são até marajás, enquanto que a base fica à míngua (pode ver a relação em Cuba, Coreia do Norte, e até mesmo China – que é “rica”). Muito funcionário público caiu na armadilha nababesca da categoria. Muito funcionário público irá chorar, por culpa própria, por causa da precarização estatutária. E, assim como a prova feita em concurso, terão arrocho salarial, também, por meritocracia. Parabéns. O estatutário de base é a favor ou contra a PEC do teto? Não importa a resposta, pois o fato é que o arrocho virá independente da opinião sob...

Crise Hoje: Efeito Orloff do Fim dos Anos 90

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Por: Júlio César Anjos Lembro-me que, no fim dos anos 90 até 2001, as crises da Vódka (Russia), Tequila (México), Corralito (Argentina), dentre outros emergentes estavam fazendo os ditos países quebrarem naquele momento. Perguntado ao Soros a diferença entre esses países e o Brasil (que ainda não tinha quebrado), eis que Soros respondeu: 6 meses. Ou seja, era questão de tempo para o Brasil ir junto com a balaiada incompetente à quebradeira. O Brasil não chegou a quebrar, mas a crise foi profunda naquela época. Perguntado, hoje (2016), a diferença entre o Rio (quebrado) e os outros estados da federação, eis que eu respondo: Questão de tempo. Porque se não houver profunda mudança, a moratória será geral. Nem precisará de PEC para até mesmo calotear funcionário público. Prevejo o caos. Obs: E prevejo também emenda no artigo 41 da C.F., além da base da pirâmide estatal ser esvaziada porque deixará de ser atrativo trabalhar nestas ocupações estatutárias; sendo e...

Elite Entediada

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Por: Júlio César Anjos Sabe o que mais põe medo num lugar como o Brasil? Não são gangues, nem sociedades secretas, muito menos grupos terroristas. O que demanda terror mesmo é a desfaçatez da elite entediada. Porque é desta classe que deriva desde normas de conduta até o reger vivencial de um bairro chique, de uma cidade e até mesmo do país inteiro. Desde a simples inobservância de prudência até o descontrole total, a elite tudo pode; então, o freio deriva mais da educação familiar do que de punição de aparato estatal. Manter a decisão do certo e errado pela conduta individual é extremamente perigoso, dependendo do abastado em questão. É simplesmente surreal. O Rei João, mais conhecido como João Sem Terra, decretou a carta magna, por medida imposta pelos barões, e também o direito ao Habeas Corpus. Tal medida só fora realizada porque o monarca foi tão maroto que ninguém mais o aguentou, tendo que o rei se sujeitar a imposições sociais. Ou seja, tinha o poder soberano, sendo mi...

O Filho Pródigo e a Ótica do Voltar

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Por: Júlio César Anjos É impressionante como que uma situação pode ter enfoque totalmente diferente, dependendo da perspectiva em que se quer chegar. Como no caso do filho pródigo - no sentido do primogênito perdulário e irresponsável -, uma situação de retorno do filho para casa, após sofrer pelas andanças da vida, ao perder o rumo, sendo considerado um fracasso para o progressista e motivo de alívio para uma família tradicionalista. Pela divergência conceitual, somente fazendo uma análise para saber se há certo ou errado ao lidar com esse agravo, esta situação que é até mesma corriqueira nos dias atuais. Para o progressista, o filho pródigo é um fracasso por si só. A família chega até a ficar com vergonha dos vizinhos, pois o “ente querido” deixou de ser afável porque se perdeu no mundo, sendo insensato e irracional, por isso pode até mesmo ser descartado pelos parentes que nada disso seria absurdo. Porque, para a “sociedade avançada”, o filho tem que ser autônomo, ter suces...

Revolta Hibernaria

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Por: Júlio César Anjos Diz a sábia crença popular: "não há mal que perdure, nem bem que tanto dure". Isso é um fato, pois, é por isso que as revoltas dissipam-se ao natural. Mas elas não morrem, apenas hibernam, já que, de tempo em tempo, revigoram-se e emergem para fazer o caos. Faz parte do ciclo histórico social. O que tem que ficar estabelecido, também, é que nem toda revolução, dita como reviravolta da evolução, é cimentada por revolta popular, embora haja uma relação entre os dois fatores, pois na revolução Industrial teve a mudança no reger vivencial, sem haver batalhas nem genocídios após ter conferido essa nova matriz social. O que o TUM – Terrorista Urbano Mascarado faz nas escolas é desespero, aliciamento de menor, para ver se conseguirão respirar e voltar daqui uns 20 ou 30 anos ao poder; então adubam a porcaria comunista desde já. Não irá funcionar. O petralhismo jaz. A sacada, então, é saber separar a revolução natural daquela causada pela revolta popul...