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O Neoludista no Ministério

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Por: Júlio César Anjos Ludismo é o movimento político e social que possui aversão ao avanço tecnológico. O bloco começou na revolução industrial, após a destruição criativa empregatícia mudar o “status quo” do mercado. Não adaptáveis ao sistema, os ludistas quebravam as máquinas que “roubavam” emprego, fugindo da razão que o avanço econômico e Industrial faz as pessoas prosperarem como um todo – até mesmo gerando trabalho em outras áreas. A história se encarregou de mostrar o que são os ludistas, fracassados, não adaptáveis, tiranos que queriam somente permanência do “status quo”, impedindo o progresso do país como um todo. O problema é que nem todo mundo faz a lição de casa e, no século XXI, eis que o Brasil coloca um “Neoludista” no ministério da Ciência e Tecnologia. Trata-se do senhor Aldo Rebelo, do Partido Comunista do Brasil. Os neoludistas hoje não gostam de Ipod, Ipad e qualquer “i” que não seja imposto (de governo), pois não gostam do “porco capitalista estado-uniden...

A Estocagem Burra

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Por: Júlio César Anjos Em 1930, um ano após a crise de 1929, e Getúlio dando golpe de estado, os coronéis resolveram, por causa da recessão, estocar o café até que o preço aumentasse e conseguissem obter lucro com a produção. Tentaram fazer chantagem com os consumidores, ao segurar ao máximo a oferta do produto para conseguir manipular preço. O comprador do café, atingido também pela crise, e insatisfeito com o preço elevado do grão, resolveu trocar por produto substituto, deixando de lado o café, ao começar a tomar chá. Os coronéis tiveram prejuízos, perderam poder (financeiro e politico) no Brasil, além de terem que queimar o produto por causa de avaria, facilitando a vida da ditadura Vargas. Não adiantou nada fazer estoque. A mesma coisa acontece, hoje, com o petróleo. Os países da OPEP, ao ver o preço do barril retroceder a níveis muitos baixos de precificação, estão resolvendo fazer estocagem (seja terrestre ou marítima) do petróleo produzido, tudo isso para tentar contro...

Grécia Comunista

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Por: Júlio César Anjos O partido comunista – pelo eufemismo de Syriza (Coligação da Esquerda Radical) - venceu a eleição falando a mentira ou a verdade. Em qualquer uma das situações, a Grécia está condenada. Pois, se mentiu, perde credibilidade e confiança do mercado; Se falou a verdade, a ideologia se encarrega de afundar mais ainda o país. Justamente porque o comunismo não funciona na prática. O que essa linha utópica pode fazer é somente postergar o tempo de comando majoritário nas mãos dos comunas no executivo nacional, com as estratégias das mais variadas. Só isso, nada mais. Como já dito antes nesse blog, o comunismo se insere na carência. O plano de austeridade para limpar a Grécia de devaneios provou-se ineficaz, pois a sociedade grega não foi produtiva e/ou capaz suficiente de pagar as próprias contas que produziu num passado não muito distante. Diante da fragilidade da população em se apegar a qualquer coisa como sendo herói, o grego caiu no bojo comunista, que semp...

O Brasil é “Desenvolvimentista”

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Por: Júlio César Anjos Quando o blog defendeu a tese, através de artigo, que o Brasil não é capitalista, o texto, embora prolixo, ficou vago em embasamento, pois o assunto é complexo e não cabe somente em poucas laudas de apresentação de defesa. Por isso, agora, apresenta-se este texto que mostra o fato de que o Brasil é, na verdade, “desenvolvimentista”.  Poderia confirmar, através da realidade, que o Brasil já pratica do socialismo puro. Mas a lobotomia é tanta que o argumento, por hora, seria asfixiado pela torcida organizada dos pelegos do governo, com desculpas das mais variadas, sobre o aspecto do país ser “porco capitalista”. O Brasil está longe de ser capitalista. Porque: Capitalismo = Investimento PRIVADO no meio de produção. Um trabalhador, por exemplo, que tenha guardado um dinheiro fruto do suor do trabalho, ao comprar equipamento de capital, para oferecer serviço para alguém, tal qual um vendedor de pipoca, este cidadão é um capitalista. O trabalhado...

BNDES: Não é só pelos 4%

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Por: Júlio César Anjos Os liberais insistem em dizer que os empresários buscam o BNDES por causa do crédito barato, com juro abaixo da inflação, como se somente essa benesse fosse decisória para os players fazerem o capitalismo de estado. A verdade é mais sombria que parece e não é só pelo crédito fácil que há tal simbiose econômica. E o governo jura que deixa essa taxa de juros baixa para “incentivar” o mercado, via desenvolvimentismo. Mas a verdade é que os objetivos e interesses são diferentes, com um cabo de guerra ocultado pela política. Rodrigo Constantino, certa vez, argumentou que toda a torcida do Corinthians e do Flamengo gostaria de captar empréstimo do BNDES com juros baixos, dando a entender que somente esse artifício seja um agente estimulante para obter recursos a investir. Para os mortais brasileiros só esse condicionante é um propulsor para buscar credito de forma inconsequente. Afinal, o brasileiro médio não tem poupança, ás vezes nem nome limpo na praça, ent...

Favela Gourmet

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Por: Júlio César Anjos Absolutamente qualquer coisa que se queira maquiar para vender como algo valioso se faz através do estereotipo Gourmet.  É uma espécie de mágica, em que se gera introdução de uma palavra e há a agregação de valor, mesmo que o produto não tenha modificado em si. O Brasil possui favelas demais, que são bem conhecidas, com problemas variados, mas que agora são melhores por serem diferentes. Mas diferentes de quê? Da introdução do glamour. Porque conurbação problemática com Alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) nada mais é do que Favela Gourmet. (Favela com alto IDH = Favela Gourmet). Por que tal fenômeno foi acometido? Afinal, o país passava por uma transição para potência mundial, com opulência e riqueza ao esplendor, tudo pelo selo do espetáculo do crescimento oriundo de Lula, o filho do Brasil e mago da manipulação. O Brasil permeia do crivo que tudo de ruim veio de FHC – até as favelas em geral -, e tudo de bom veio do Lula, que resolveu tudo,...

Praia é 10!

Por: Júlio César Anjos Praia? Praia, para mim, é 10! 10 dias no máximo. Volto na segunda (26/01/2015). Abraço.

Férias!

Só volto no fim de Janeiro de 2015. Boas Festas!

Negociação de Malandro

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Por: Júlio César Anjos Para entender o que está acontecendo com a votação da revogação da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), nada melhor que trazer um exemplo lúdico sobre a negociação entre dois lados interessados.  Segue: Em Curitiba existia um lugar que se chamava Pedra , em que havia várias negociações, a saber, sobre todos os tipos de mercadorias. Os produtos eram de qualidade duvidosa e a maioria da negociação girava via escambo. Sempre acontecia de um comprador de carro sair com o veículo empurrado, pois nem mesmo funcionava o automotor. Parecia Roma antiga. Trocava-se violão por armário, roupa por bugiganga e assim por diante. Mas, certa vez, uma coisa engraçada ocorreu, uma negociação não foi efetivada. Um lado tinha um aparelho micro-ondas (estragado, talvez) e o outro possuía galinhas (umas 10, talvez) para trocar. Mas nenhum dos dois tinha o produto em mãos e queriam receber o produto antes. Resultado: o negócio não se concretizou. O pessoal já sabia que não...

Revogação da LRF

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Por: Júlio César Anjos Muitas informações estão sendo bombardeadas na mídia e redes sóciais, com as pessoas sendo prós, contras, ou sem opiniões formadas, embora estejam antenados sobre os desdobramentos ocasionados pela votação da LRF (Lei de Responsabilidade fiscal) . O governo defende o fim da LRF porque diz que se o governo não gastar, haverá desemprego. E a oposição diz que revogar tal norma gerará calote. Governo e base aliada querem gastar mais; Oposição defende regra do jogo. É por causa da importância do futuro do país que está em jogo, que a barulheira, por enquanto, não terá fim. Esse embate já tem pelo menos uma lição ensinada: Não importa se a lei será mantida ou não, só o fato do governo querer revogar uma regra do jogo mostra que o Brasil afundou. Se tudo estivesse bem, não haveria o porquê de revogar uma lei simples, de dona de casa (só se gasta o que arrecada). Querer acabar com a LRF é confissão de fracasso, por si só. Um bom gestor se adapta às leis e não ao...

Invenção Militar

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Por: Júlio César Anjos A Intervenção é golpe e o golpe é intervenção. Porque todo golpe faz alguém ter que intervir (tomar parte) para conquistar o que deseja. Ao passo que a partir do momento que se intervém, só se faz mediante coerção (física ou não). Portanto, quem pede que os militares reajam sobre aspectos políticos, nada mais faz do que intentar pela invenção militar. As pessoas estão desesperadas por causa da sanha dos larápios que se impregnaram no poder. Ao passo de não poder tirá-los de lá via convencimento (democraticamente), tais cidadãos de bem clamam até mesmo para uma restauração dos pilares republicanos, em que clamam até mesmo ofensiva hostil, pela miríade militar. É a angustia em tentar achar um herói ao meio o caos. Desta maneira, o conterrâneo quer derrubar o poder que está constituído, em vigor, sem ao menos verificar o que poderá ser instituído e subirá emanado pela comoção popular. Pela falta de opção, há aquele risco a correr entre tirar um governo ...

Chega logo, 2015!

Por: Júlio César Anjos Este ano, certamente, foi de muito aprendizado para mim. Foi o período de maior provação que tive em vida. Foram tantas situações extraordinárias que deixaram profundas marcas, além de experiências traumatizantes. Ensinamentos que, com certeza, não devem ser passados como lição, pois ninguém gostaria de aprender a como sofrer. Do fim do ano passado até o começo deste ano (2014), meu pai foi diagnosticado com câncer maligno. Eu perdi o chão. Não sabia o que fazer. Era uma situação que nunca tivera experimentado, com incertezas sob todos os aspectos. Fiz tudo o que estava ao meu alcance e deixei nas mãos de Deus. Embora o meu pai tenha se curado (graças a Deus!), o trauma ficou estabelecido e nunca será esquecido, apesar de aliviado. Como desgraça nem sempre vem sozinha, de forma isolada, estava no começo do ano desempregado (sem emprego formal). Pelo menos isso fez com que eu pudesse concentrar as forças em acompanhar o meu pai enfermo, sendo que o la...