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Nepotismo

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Por: Júlio César Anjos As instituições não são falhas, pois são entes criados pelos homens, seres que são corruptos por pura e simples concepção de escolha. Então, o homem tem a prerrogativa de renunciar o poder de gerar ou não tal agravo nocivo social. Todavia, no dilema, às vezes, o homem escolhe o desvio de caráter. E um desses vícios chama-se nepotismo, que é favorecer os parentes pela contratação empregatícia em alguma instituição, seja ela pública ou privada, por meio de favorecimento.  Nepotismo pelo aspecto absoluto é imoral por si só. Mas só é previsto na lei em algumas exceções.  O que mostra que nem tudo que é imoral é ilegal; e vice-versa. O nepotista é um fracassado por natureza. O Nepotista é um corrupto por convicção. Se o Nietzsche estivesse certo em seu pensamento, no aspecto em que o homem deverá ser superado pelo “super homem”, então a expressão: “filhinho de peixe, peixinho é”, seria mudado para “filhinho de peixe, tubarãozinho é”. O que é irônico,...

Teoria do Credor

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Por: Júlio César Anjos Teoria do Credor. Ou: A Inadimplência como Ferramenta de Poder Keynes, em seu livro: “Teoria do Emprego, do Juro e da Moeda”, disse que investimento gera poupança, e não ao contrário, sendo que a palavra poupança, para o pensador, não advém da tradução pura e simples da expressão poupar, mas, diferentemente, como algo análogo a gerar riquezas. O problema é que muito investimento não se materializa em lucro (em poupança), tendo em muitos casos que ser subscrito contabilmente como prejuízo, mostrando o erro do economista desenvolvimentista, em que a expressão cunhada pelo escritor que vos escreve determina de forma ilustrativa que a divida é o “Fracasso de Keynes”. Todavia, a dívida gerou um novo player chamado de credor. E é sobre a teoria do credor que o artigo embasará as complexidades de qualquer ente investidor. O ano é de 1939 e começa a segunda guerra mundial. Diante disso, os EUA são apenas fornecedores de insumos e matérias-primas para os ing...

À Caneta Desesquerdizadora | Ref.: Tributos na Nota

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Por: Júlio César Anjos Corrija-me, se estiver enganado, ou ignore-me se a lógica estiver errada, mas o problema desta nota (figura abaixo), e de todas as outras, está na formulação do cálculo tributário. Na minha concepção, a incidência tributária tem que estar no produto e não no preço final, como é feita nesta situação. Eu explico: A regra de três deste cálculo está pegando o valor total do tributo e o valor total da nota, ignorando o valor do produto. Até onde eu tenho conhecimento, isso é ridículo, pois o tributo tem que incidir no produto. Diante disso, segue exemplo ilustrativo:   Regra de Três simples No método da nota, o valor percentual é de 70,61% No método "americano", o valor percentual é de 240% No “método americano”, a ideia é simples: Nos EUA, o cliente pega o produto com preço na gôndola de R$ 234,80 (Duzentos e Trinta e Quatro Reais e Oitenta Centavos) e paga o imposto no caixa de R$ 564,09 (Quinhentos e Sessenta Rea...

Lealdade Hereditária

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Por: Júlio César Anjos O mandamento da bíblia diz: “Honrar pai e mãe”. Esta regra tem um “looping” perfeito, pois, se os filhos aprenderem a honrar pai e mãe, no futuro, tais entes serão pais que ensinarão os filhos a fazerem o mesmo, pela tradição, gerando círculo virtuoso humanitário, não havendo razão para criar leis e mais leis inúteis para gerar a concepção de que os pais devem respeitar os filhos e vice versa. Todavia, há outros tipos de lealdade hereditária que, não necessariamente seja de tutela familiar. Estes casos, porém, não condizem com o laço de família, mas que representa respeito geral. Lealdade hereditária vale, por exemplo, tanto para o cidadão comum até para o rei.  Hobbes, no livro leviatã, disse que os reis faziam guerras para gerar insegurança geral, para que o povo clamasse por segurança, por aceitação total, a serem tutelados por um rei. E o Maquiavel, no livro O Príncipe, disse que, se um rei tomar outro reinado, este monarca deveria se precaver e ...

Cassação Temer: All-In

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Por: Júlio César Anjos No Poker, a expressão All-In designa-se ao fato do jogador apostar todas as fichas em uma única mão. E, por analogia, a mesma coisa acontece agora, em que são empurradas todas as fichas na mesa pela seguinte aposta: Temer não será cassado, não perderá o mandato, será presidente até a próxima eleição. Cassação do Temer? All-In. A principal questão, a saber, é: Quem se beneficia com a queda do Temer agora? Tirando os honestos, que não seriam considerados honestos (ad hoc) pela lamparina de Diógenes de Sinope, os principais interessados, pela lógica narrativa histórica, é somente o PT, fechando o circuito de que Temer seria o bode expiatório do mal chamado Petrolão. Nesse ponto os bastiões da moralidade devem temer.  Mas a política também possui a questão pragmática. E neste sentido, o Temer não cai por causa de três fatores: 1) Tempo; 2) Armistício; 3) Razão. Primeiro, o Temer não cairá porque não há “tempo” para isso. Até a próxima eleição, sã...

Daquilo que é Trabalho e as implicações que o fazem ser

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Por: Júlio César Anjos Um sujeito faz uma carga horária de 44 (quarenta e quatro) horas semanais, de segunda a sexta, em um lugar qualquer, até receber o salário no fim do mês. Pergunta: Isso por si só é trabalho e a pessoa em questão pode ser considerada trabalhadora? A resposta é simples: Não, necessariamente. Mas aí, alguém dirá: “Esse cara é louco, vou e volto do trabalho de segunda a sexta, faça chuva ou faça sol, aguentando o patrão xarope, para no fim do mês receber uma ninharia e o cara vem com essa de que não sou trabalhador? Ah, parei por aqui”. Por causa destas lucubrações, agora será explanado daquilo que é trabalho e as implicações que o fazem ser. Segundo o dicionário Michaelis da UOL [corroborado por outro dicionário Aurélio pesquisado e datado de 1960], Trabalho é: “Conjunto de atividades produtivas ou intelectuais exercidas pelo homem para gerar uma utilidade e alcançar determinado fim”. Ou seja, alguém aí leu em algum lugar que trabalho é sinônimo de carga ho...

Resenha Livro: Assim Falava Zaratustra - Nietzsche

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Por: Júlio César Anjos O livro Assim Falava Zaratustra é uma IRONIA a todas as seitas (Nietzsche considera religião como mera seita) que já passaram pela terra. Se o leitor entender que o autor está ironizando profetas, seguidores e a sociedade em geral, a charada está decifrada sobre o que se passa no livro. Primeira Parte Preâmbulo de Zaratustra I “Grande astro! Resenha: Zaratustra só se reporta ao grande astro, não a um “deus”. Zoroastro é a alegoria irônica de Abraão, Moisés, Jesus, e qualquer outro “líder de seita” que passou na terra. II Resenha: Aqui, Zaratustra não tem como elo de convencimento um deus, mas um “super homem”, que é o objeto principal para criar a seita. Sabe o programa do The History, chamado “Alienígenas do Passado”, de Giorgio A. Tsoukalos? Então, esse programa remonta uma nova narrativa sobre as descobertas das civilizações antigas, induzindo que todos nós fomos gerados pelo deus alienígena. E Assim como o alienígena é o deus do G...