Filme do Bolsonaro e o PCC!
Deu
no G1 [24/09/26]:
Abram-se
aspas.
O
ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (24) que a
"Entre Investimentos", que segundo as investigações da Polícia
Federal (PF) foi usada para intermediar repasses ao filme sobre o ex-presidente
Jair Bolsonaro, recebeu dinheiro do crime organizado.
"Nós
estamos falando de uma administradora, de um grupo empresarial, que é o Grupo
Entre, que recebia dinheiro tanto do Master quanto do crime organizado e dentro
de um mesmo bolso. E esse recurso foi utilizado para ocultar patrimônio, para
lavar dinheiro, para corromper", disse Durigan.
Fecham-se
aspas.
O
operador do Grupo Entre, Antonio Carlos Freixo Junior, é doleiro e operador de
Offshore.
Na
época da Lava Jato, somente estar próximo a doleiro e operador de Offshore já
bastava para vincular e incriminar qualquer pessoa à corrupção.
Portanto,
pelas próprias regras da Lava jato, em que o bolsonarismo se lambuzou com esta operação,
daria para afirmar que Flávio Bolsonaro estaria encrencado em corrupção.
Porque
a regra é simples: o mesmo doleiro e operador de offshore que patrocinou o
filme Dark Horse, é o mesmo que fez lavagem de dinheiro e evasão de divisas
para o PCC.
Logo,
Flavio Bolsonaro pode ter recebido dinheiro do PCC.
A
justiça indica o benefício da dúvida.
Benefício
esse que a lava jato não deu aos investigados na época.
Se
a lava jato existisse hoje, Flávio Bolsonaro já estaria sendo preso de camburão
e arrastado à masmorra a 10 dias da eleição por presunção de culpa.
Mas
não são mais tempos de Lava Jato.
Porque
o principal juiz da operação, Sergio Moro, está alinhado tanto com o Valdemar quanto
com o bolsonarismo em geral.
São
outros tempos, em que existe o benefício da dúvida para quem tem vínculo com doleiro e operador de Offshore.
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Fonte:
https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/09/24/tudo-indica-que-recursos-que-financiaram-filme-dark-horse-pode-vir-do-crime-organizado-diz-ministro-da-fazenda.ghtml
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