Lula 3: Cr1se Geral! Gigantes do Varejo Pedem Recuperação Judicial!
Deu
na Times Brasil CNBC [17/08/26]:
Abram-se
aspas.
O
que que a gente vê? As maiores varejistas do Brasil quebradas com
hiperalavancagem, endividadas, demitindo, fechando e entrando em
recuperação judicial. A gente tem que culpar lá atrás, quando incentivaram o
crédito irresponsável subsidiado pelo governo. Hoje a conta chegou”, ponderou
Felipe Sant’Anna. especialista em investimentos do grupo Axia Investing.
Fecham-se
aspas.
Por
causa do fato de o varejo entrar em colapso, com gigantes do varejo pedindo recuperação
judicial, é fato também que o IBGE hoje mente ao apresentar números positivos
de economia e emprego no Brasil.
Como
que um país pode estar com a economia aquecida e em pleno emprego em uma situação
de quebradeira sistêmica do varejo?
O
varejo sempre foi o termômetro da economia.
Se
o varejo quebrou, é porque o povo também está quebrado.
Quanto
ao problema de a economia brasileira entrar em crise, os liberais da escola
austríaca têm uma exemplificação fácil de entender sobre a impossibilidade de
sucesso de um governo expansionista: a relação causa e efeito entre a bebedeira
e a ressaca.
Durante
a bebedeira, o consumidor da bebida alcoólica está feliz, ingere cada vez mais álcool
até chegar ao ponto de quase coma alcoólico.
O
alcoólatra para de beber e entra em sono profundo.
E
no dia seguinte o corpo cobra o abuso de álcool com juros e correção, ao
entregar uma ressaca da braba para o cachaceiro que passou do limite.
Com
a economia é a mesma coisa.
O
exagero da bebida alcoólica é o expansionismo fiscal que traz no curto prazo o
falso e temporário benefício econômico.
Mas
este expansionismo tem limite, que é o coma alcoólico da injeção expansionista.
O
mercado entra em colapso e “desliga”.
No
outro dia se tem a ressaca. Que na economia são os efeitos anticíclicos causados
por desajustes do mercado como um todo pela artificialização expansionista.
Aí
cabe o alcoólatra beber mais para curar a ressaca ou parar de beber e cuidar da
saúde.
Continuar
a beber é hiperinflação.
Parar
de beber é ajuste fiscal.
Porém,
os economistas ditos “heterodoxos”, aqueles que dizem o absurdo de que são os
juros que geram aumento de dívida, vão trazer como solução que a cura da ressaca
é beber mais.
Se
fossem físicos, estariam todo dia defendendo que a lei da gravidade não existe.
A
recuperação judicial é somente um dispositivo que segura a falência de fato.
Mas o problema existe e está dado.
Como
exemplo, imagine que uma cidade está temporariamente protegida por um muro de
contenção que segura provisoriamente o aumento do rio por causa de muita chuva.
Se
a chuva não parar, esse muro de contenção pode quebrar ou mesmo transbordar,
causando danos ao vilarejo que estava parcialmente protegido.
A
chuva nesta analogia é a desordem econômica e fiscal vinda do governo.
Se
essa chuva fiscal continuar, o muro de contenção chamado “recuperação judicial”
não fará a proteção temporária, gerando grande desastre econômico e ambiental.
Nesta
analogia, o governo pode parar a chuva do expansionismo, ao trazer o céu limpo
do ajuste fiscal e austeridade.
A
situação do Brasil é que o populismo econômico está cobrando o seu preço.
Se
continuar achando que tudo está normal, a volta da década de 80 é questão de
quando.
A
principal crítica que os expansionistas têm contra os liberais da escola austríaca
é que os austríacos não conseguem precisar a data da crise.
O
que é um absurdo.
Porque
se conseguissem, não seriam economistas, mas videntes.
Em
tempo de paz [sem guerras ou pandemias], os liberais estão certos quanto aos
problemas econômicos causados por governo displicentes com o fiscal.
Os
liberais já sabiam que o Lula 3 é uma farsa.
E
a farsa foi desvendada pelos próprios acontecimentos.
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Fonte:
https://timesbrasil.com.br/brasil/recuperacoes-judiciais-em-serie-escancaram-a-crise-estrutural-do-varejo-de-eletrodomesticos/
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