Sonegação Legalizada
Sonegação Legalizada: Lula e o PT instrumentalizam a Tributação.
| Patrimonialismo: Irmãos Batista com o Lula em uma reunião governamental |
Em
qualquer aplicativo que se faça uma simples pesquisa virtual: a sonegação significa
não pagar os impostos devidos.
Qualquer
cidadão que faça qualquer atividade de negócios tem que pagar tributos. Se não
pagar, passa a ser sonegador. E, portanto, vira um criminoso.
Ainda
por cima, neste Lula 3, o entendimento do governo é de: “sonegação é roubo”,
indo contra a ideia do governo anterior do Bolsonaro, em que, em tese, subiu ao
poder com o bordão: “imposto é roubo”.
Porém,
nos governos esquerdistas, esta regra só se aplica para a pequena iniciativa
privada. A lógica de “sonegação é roubo” só alcança MEI, Simples Nacional, autônomos
e profissionais liberais. Este pequeno produtor tem que puxar boleto de DARF e
pagar tributos sem reclamar porque senão vira perseguido do Estado.
Já
a grande iniciativa privada recebe do governo Lula a recompensa da “sonegação legalizada”
vinda do próprio governo petista.
Isenções
fiscais, incentivos fiscais, subsídios, exclusão de créditos tributários,
renúncias fiscais e deduções fiscais são instrumentalizações e métodos para o
petismo do Lula se perpetuar ao poder.
Todos
estes artifícios citados são simplesmente sonegações legalizadas.
Os
recursos deveriam ir para o caixa do governo e/ou estado, mas não caminham para
o seu destino porque o devedor de tributos possui benefícios para pagar menos
impostos ou trocar por algum benefício próprio.
O
governo Lula e o PT fazem lobby sobre a sonegação legalizada diante estas 3
situações: ajuda ideológica, patrimonialismo, e objetivo eleitoral.
Na questão ideológica se tem a Lei Rouanet que
na teoria é uma lei de incentivo à cultura, mas na prática é um benefício
fiscal que acaba beneficiando artistas alinhados ao Lula, ao petismo e as esquerdas
em geral.
A
empresa paga menos imposto de renda de pessoa jurídica em troca de investir em
artistas para estas mesmas empresas se autopromoverem. Como a maioria absoluta
dos artistas são esquerdistas e/ou pró-Lula, a lei Roaunet acaba ajudando os
parceiros ideológicos da causa.
Já
na questão patrimonialista, foram os donos do poder que justamente restauraram
o Lula ao poder diante da ameaça Bolsonaro.
Empresa
como a JBS Friboi, por exemplo, tem benefícios fiscais por ter virado um campeão
nacional nos governos do PT, sendo que colaboram com as esquerdas em troca de
não pagar impostos federais.
Só
em 2024, a JBS deixou de pagar 68% dos seus impostos, o que representa R$ 8,5
bilhões de Reais em isenções fiscais.
E,
por fim, visando eleições, o governo de forma populista isenta quem ganha até
R$ 5 mil reais do imposto de renda, uma coisa boa, mas mantendo a tabela congelada
para quem recebe acima de R$ 7350 Reais.
Uma observação que não pode faltar é que este
mesmo governo Lula foi quem taxou as comprinhas on-line até US$ 50 Dólares,
conhecidas como “blusinhas da Shein”.
Quem
vende a blusinha na Shein sem tributo é sonegador. Joesley Batista, que recebe
bilhões em isenções, tem como benefício a sonegação legalizada.
Portanto,
todo mundo tem que pagar imposto. Quem não paga imposto é sonegador.
Quem
não paga imposto, mas não é perseguido pelo estado e é até mesmo incentivado por políticas de governo, se beneficia da sonegação legalizada. O que tem que passar a ser moralmente errado - e virar legalmente errado também.
Lula
e o PT fazem sonegação legalizada como um “toma lá, dá cá” nos aspectos ideológico,
patrimonialista e para fins eleitorais. Os socialistas instrumentalizam a
tributação ao visar perpetuação do poder.
Comentários
Postar um comentário
Comente aqui: