O Dirigista Conduz ao Caos

 

O Dirigista Conduz ao Caos

 

Veja se não é papo de louco?:

O governo Lula anda espalhando por aí que, se o ministério da fazenda desarmar a bomba fiscal que ele mesmo criou, vai conseguir alcançar o grau de investimento.

Ou seja, se o Haddad consegue, por meio de contabilidade criativa, convencer que o Brasil não está, no campo fiscal, tão destruído o quanto está, o governo Lula consegue aumentar o rating das agências de risco.

  Isso não faz o menor sentido.

Porque a regra de aumento de grau de investimento se dá com superávit primário, redução da dívida pública, aumento de produtividade, segurança jurídica e potencial de investimentos. Tudo o que aconteceu, por causa da herança bendita do Fernando Henrique Cardoso [entregou o poder com superávit primário] e boom das comodities, nos governos Lula 1 e Lula 2, mas não acontece agora neste governo Lula 3.

  A filosofia errada do socialista é ser dirigista. E todo dirigista acha que o ente abstrato Estado deva conduzir os rumos da nação – tanto na questão econômica quanto social. Os dirigistas vão determinar quem pode produzir ou não, quem pode investir ou não e até mesmo o que se pode usar ou não. Ou seja, o brasileiro não passa de um mero joguete da elite determinista.

Porque o dirigista acha, de maneira totalmente farsesca, que se o Estado for rico, as pessoas também vão ser.

A isto se cria a elite dirigente. Esta elite dirigente irá impor as suas determinações nos campos políticos, econômicos, sociais e culturais.

Porque o dirigismo nada mais é que a nomenclatura com k. Diante disto, aparece o conhecido conselhão com 244 membros que o PT criou no início do seu governo que possui: banqueiros, empresários, figuras artísticas, líderes políticos, religiosos e altas patentes militares.

Dentre estas características do dirigista está o tal do gasto é vida. Que basicamente é começar a gastar como se não houvesse amanhã porque o Estado, pela justificativa de grandiosidade, irá levar o Brasil ao grau de investimento e isso criará um país rico. Na prática, o que o governo petista faz é somente aumentar a desigualdade ao fazer pilhagem contra os menos desfavorecidos para satisfazer a alta casta.

E essa regra irá prosperar até o pobre não aguentar mais porque descobriu que vai pagar vinhos de boas safras, iguarias exóticas, especiarias raras, compras em lojas de grife, sendo que não aproveitou a riqueza consumida pela elite dirigente. E aí pode ser que venha a revolução. Ou não.

Porque a gastança pública não serve para melhorar o Brasil de fato, para que sejam reduzidas as desigualdades sociais. É justamente ao contrário. É colocar de lado um Lula para fazer o populismo do pobrismo e do outro satisfazer a elite.

A gastança descontrolada, que satisfaz a alta casta e envia a conta para o povão, mostra que este governo petista leva o Brasil rumo ao caminho da perdição.

E assim como um motorista conduz um veículo e, caso não tenha habilidade, pode causar acidente por causa do descontrole, gerando um caos que pode acarretar em acidentes graves com mortes, o mesmo acontece com o mau dirigista que conduz mal a nação. Perde-se o controle até acidentar-se e gerar o caos.

E quem sustenta justamente este dirigismo que conduz ao caos é a elite dirigente que se beneficia do aumento de gastos do governo – que dão migalhas para os pobres e cobram a conta com taxação para a classe média. E na crise só quem não paga a conta é o conselhão que possui um colchão de proteção do próprio patrimônio.

Como dizia a Margareth Tatcher: “o socialismo acaba quando a acaba o dinheiro dos outros”. O Estado chegou no seu limite de gastança. E quem vai pagar de fato por essa farra é o coitado do BPC, que perderá a sua migalha de subsistência porque no andar de cima o dirigista não quer mexer.

 

 

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