Bolsonarismo e Lulismo: Eles São Iguais
Bolsonarismo e
Lulismo: Eles São Iguais. Ou:
Lula
e Bolsonaro são iguais. São dois líderes populistas que adoram o poder da
massa. Refastelam-se quando os seus seguidores agem para defende-los contra
seus adversários. E amam ser bajulados pelos seus comandados. Porém, os dois
líderes usam estratégias diferentes sobre os seus sectários.
Renan
Santos, do MBL, analisou a situação da extrema-direita brasileira e disse, de
forma acertada, que se o líder Bolsonaro discursasse de modo a esfriar os ânimos
dos seus seguidores, o crime de 8 de janeiro poderia ter sido evitado. Deste
modo, o fato é que um líder pode dissipar um levante criado pelos seus seguidores
apenas com a própria vocalização. O que não aconteceu. Bandidos usaram o nome
do Bolsonaro, cujo nada fez para coibir os crimes perpetrados. Aliás, o levante
foi até instigado pelo poder central.
Já
no lulismo, a tática é mais sútil. Ao invés dos grupos políticos, satélites da
esquerda, usarem o nome do líder esquerdista para defende-lo com hostilidades,
os ditos movimentos sociais atacam seus adversários para satisfazer o comando
central. Com os movimentos pró-governo agindo como oposição, grupos organizados
como UNE, MST, índios, CUT [e sindicatos vermelhos] e líderes de associações de
bairro preservam o poder central, que no caso seria o Lula, para se voltar
contra os algozes dos petistas – que seriam os opositores ao governo de fato.
Lula só consegue encaixar a farsa de ser um
bom velhinho, quase que um Papai Noel que virou presidente, porque o povo tem
memória curta. Todo mundo esqueceu do Lula que fumava nos debates políticos,
que aparecia bêbado nos comícios e falava besteiras, além de soltar palavrões,
porque era, naquela época, um bolsonarista mandrião.
Hoje,
Lula está tão cevado em marketing político que só falta ele soltar em dezembro de
2024 um: “feliz natal! hohoho”. Por isso que se apresenta hoje como candidato
do Sistema.
As
esquerdas tiveram que fazer este polimento de imagem no Lula para esconder toda
a podridão que ele, por omissão, e os seus satélites cometeram contra os seus
algozes.
Porque
nas décadas de 90, quando o petismo era oposição, sindicatos de professores,
controlados pelo PT, atiraram pedras no Mario Covas, que, na época, estava com
câncer.
O
MST chegou a invadir as fazendas do FHC [presidente na época], sendo que as
terras do tucano são da família dele que já herdara antes mesmo de virar
presidente.
Em
1995, houve conflitos entre o MST e a polícia militar de Roraima, cujo culminou
em mortes. Esse conflito foi uma das primeiras fake News bem sucedidas pelas
esquerdas. O crime aconteceu diante a autoridade do governo do Estado de
Roraima, que controla a PM, mas a cobrança foi parar no FHC.
A
mesma coisa ocorreu em 1996, no massacre do Carajás. De novo, a polícia militar
do Pará entrou em conflito com os movimentos sociais Sem Terra da região; E de
novo, a cobrança recaiu no FHC, que não tinha nada a ver com a confusão.
Também
na deca de 90, a universidade federal do Ceará ficou 8 meses em greve. Na época,
motivo de orgulho; hoje, escondem esta informação até mesmo da internet [não se
encontra esta informação em lugar nenhum]. O motivo da greve era pressionar ainda
mais o FHC.
Em
toda esta década de 90, em que o petismo era oposição ao governo FHC, em nenhum
momento o Lula, cujo já tinha perdido 3 eleições presidenciais ao ficar em 2º
lugar, condenou nenhuma as ações criminosas para se mostrar uma pessoa pacífica,
democrática e de bem. Ao contrário, sentia satisfação.
Após
o Lula virar presidente, os movimentos sociais, que são utilizados pelo
petismo, viraram armas políticas contra os governos estaduais.
Enquanto
na esfera federal estava tudo pacificado, os prefeitos e governadores de
oposição, que na época eram Tucanos, tinham que enfrentar problemas nas zonas
rurais, com índios e MST invadindo terras, com professores da rede pública
fazendo, dia sim e outro também, greves e até greves de alunos começaram a
surgir com apoio da UNE.
Nas
cidades, movimentos sociais de bairros infernizavam a vida do trabalhador ao
fechar as ruas ao reivindicarem questões comezinhas. Incentivo de torcidas
organizadas a fazerem caos nos dias de jogos de futebol. Greves em empresas
quase que diariamente ao pressionarem os empregadores por mais direitos.
Em
2013, José Dirceu disse que o PSDB iria apanhar nas ruas e nas urnas. Esses são
os democratas que o Reinaldo Azevedo vive a defender.
Teve
também em 2016 o MST destruindo o congresso nacional, ao atear até fogo no
prédio.
E
pra finalizar, em 2014, a morte do cinegrafista do Grupo Bandeirantes, cujo
estava cobrindo uma manifestação das esquerdas nas ruas.
Todos
estes atos bárbaros serviam só para fortalecer a esquerda e enfraquecer a
oposição, em que nestas situações houve discussões, confusões, brigas,
agressões e até mesmo morte. E em todos estes casos, o Lula ficou simplesmente
quietinho em todas essas ações.
Renan
Santos cobra, de forma acertada, uma posição incisiva do Bolsonaro contra os
seus asseclas. Deveria fazer o mesmo ao petismo.
Quanto
ao Lula, as esquerdas só estão quietas por conveniência. Porque hoje o Sistema
paga caro o silêncio da vagabundagem de esquerda.
Sim, Lula e Bolsonaro são iguais. Só usam
métodos diferentes.
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