Marcio Pochmann: IBGE Paralelo do PT


Marcio Pochmann: IBGE Paralelo do PT

 

Chamado de IBGE+, Marcio Pochmann quer criar um IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] paralelo. Este IBGE+ trabalharia aos moldes do governo da China. Servidores públicos de carreira são contra e protestam.

O IBGE é um instituto que fica, no governo Lula, sob guarda-chuva do ministério do planejamento da Simone Tebet. Porém, Lula indicou Marcio Pochmann como diretor do IBGE, no qual caracterizou como cargo da própria confiança do presidente.

Até agora, Marcio Pochmann manipulou os dados como pode e os servidores aceitaram em parte divulgar os números maquiados para favorecer o governo Lula.

O problema é que a situação está insustentável.

Deste modo, para a bomba não explodir no colo dos servidores, cujos são responsáveis pelo aval dos números divulgados à sociedade, os agentes públicos resolveram romper com esta chicana estatística. E agora querem Pochmann fora do IBGE.

Não satisfeito com o rompimento, Márcio Pochmann resolve criar um IBGE paralelo, o IBGE+, que consiste em soltar dados e informações positivos e/ou favoráveis ao governo Lula. Aos moldes da ditadura chinesa.

Para não acabar de vez com a credibilidade do centenário IBGE, os servidores querem que o Marcio Pochmann seja demitido do cargo de diretor-chefe do instituto. E para isso acionam até o sindicato da categoria.

Todo esse barulho não é em vão. O governo Lula vai mal, os números são ruins, mas o IBGE até agora aceitou preservar o governo petista até aqui. Tanto é que até servidores do IBGE inclinados à esquerda são contrários às ações do petista Pochmann.

 O problema é que os dados farsescos divulgados pelo IBGE do Márcio Pochmann mascaram a realidade, fazendo toda a sociedade errar nas ações por não saber o que está acontecendo de verdade no país.

Esse obscurantismo informacional, na qual a informação é imprecisa e/ou errada, impacta desde a decisão tomada por um prefeito a investir na sua cidade até o mercado financeiro se comprometer em negociações com investimentos porque acham que tudo está indo bem.

Gera uma insegurança na sociedade em geral.

 Até mesmo a estatística farsesca faz jornalistas favoráveis ao governo Lula ressoarem dados positivos a todos os cantos do país. Imprecisão esta que impacta na credibilidade não só do estatuto, como também do jornalismo como um todo.

Afinal, se a mídia insiste em dizer que tudo está indo bem, sendo que na realidade tudo vai mal, as pessoas tendem a ficar indignadas com a mídia também.

E culpa o Sistema de estar enganando-as.

A Simone Tebet já deveria ter demitido Pochmann faz tempo e no lugar ter indicado um diretor isento e que tenha respeito no meio econômico. Alguém que divulgue os números corretos, sem ter vínculo com o governo em si.

Mas a Tebet não consegue demitir porque é uma marionete. E também porque para este cargo de diretor do IBGE, o Lula quer uma pessoa de confiança para poder manipular os dados estatísticos e continuar a fingir que tudo está bem. Como o Pochmann faz sem vergonha nenhuma.

Simone Tebet, ao não ter poder nenhum sobre isso, deveria pedir demissão do ministério. E toda a coalizão democrática que se juntou ao Lula contra o “vilão Bozo”, deveria também se retirar.

Pois, ao manipular o IBGE, o petismo é pior que o bolsonarismo.

Isso é um fato e não há como negar.

Porque a maior democracia que existe é a oposição usar os dados ruins do governo para cobrar o próprio governo que é ruim. Lula nega isso em nome da democracia, no qual até os números farsescos criam um Brasil maravilhoso que não existe.

 



 


 

  

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