População de Rua Dobra Durante o Governo Lula 3
Deu
na Gazeta do Povo [05/07/26]:
Abram-se
aspas.
A
população registrada como em situação de rua no Brasil praticamente dobrou
desde o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Em dezembro de
2022, último mês antes da posse de Lula, o Cadastro Único para Programas
Sociais (CadÚnico) registrava 198,7 mil pessoas em situação de rua em todo o
país. Em junho de 2026, o número chegou a 392,4 mil – um crescimento de 97,4%,
com 193,6 mil pessoas a mais.
Fecham-se
aspas.
Quer
saber se o problema econômico ou social é do prefeito, do governador ou do
presidente da república?
É
só ver se a ocorrência é pontual ou sistêmica.
Se
o problema ocorrer somente em uma ou algumas cidades, a culpa é dos prefeitos.
Se
o problema ocorrer somente em um ou outro Estado da federação, a culpa é dos
governadores.
Agora,
se o problema é replicado no Brasil todo, aí o culpado é o presidente da
república.
A
questão de mendicância no Brasil não ocorre de maneira pontual, somente em
algumas cidades espalhadas no país. É um
problema sistêmico e recorrente que acontece em vários lugares do Brasil.
Portanto,
o aumento desta mazela social se dá por vários fatores que tornam a condição de
subsistência algo hercúleo no país.
Um
problema econômico social criado pelo governo federal, mas que é socorrido na
ponta, ao transferir responsabilidade para prefeitos.
Os
recursos públicos são concentrados em Brasília; os serviços são concentrados
nos municípios. Muita gente precisando de apoio e poucos recursos na ponta.
Resultado: explosão de necessitados nas ruas.
É
lógico que nem todo problema de mendicância no Brasil ocorre por causa da falta
de governo com as suas políticas públicas.
Muitos
casos de surgimento de desvalidos ocorrem por causa de drogas, brigas
familiares, apostas e desalentos.
Mas
em todos os casos há a questão de não haver uma recuperação do desvalido para
uma condição melhor por causa de problemas estruturais nos serviços públicos.
Falta
de emprego, tudo caro, falta de serviços voltados para resgate são condições que
geram a explosão da população carente.
O
CadÚnico, ao coletar os dados, nota que duplicou os números de população de rua
no Brasil no governo Lula 3.
Lula
3 se defende dizendo que é um governo que sabe contar mendigos melhor que o
governo anterior.
No
entanto, a sua administração não consegue esconder a sensação que todo
brasileiro tem de que em todas as cidades médias ou grandes no Brasil houve
aumento de marginalizados sociais nas ruas.
E
pra piorar a situação, quando a cidade tenta conter os danos desta mazela
social, a esquerda impede que o estado estenda a mão para estes indigentes.
Se
a prefeitura tentar fazer uma internação involuntária contra o mendigo que não
está mais em condições de se manter ao menos em pé sozinho, ainda assim tem um
esquerdista querendo impedir a assistência social fazer o seu trabalho de
resgate público.
Porque
este esquerdista aposta que o brasileiro seja burro. E que não ligue os pontos
tanto da mendicância ser um problema sistêmico no Brasil, responsabilidade e
culpa do Lula, quanto da questão de que este marginalizado esteja sendo resgatado
socialmente para preservar tanto o coletivo quanto o indivíduo da comunidade local.
Porque,
no fim, o esquerdista quer que o mendigo fique morrendo no meio-fio para que se
faça tanto a narrativa do pobrismo [fingindo não ser culpa do Lula o problema
em questão] quanto culpar as prefeituras pelo aumento da mendicância no Brasil.
Para
pelo menos atenuar a situação, é preciso que os municípios sejam os entes que
retenham mais impostos no pacto federativo.
A
distância de Brasília para o resto do país não é somente geográfica; é também
na ausência do estado nas cidades.
O
Brasileiro tem que saber que quando estiver pulando sobre os mendigos nas ruas,
isto não é somente uma sensação, é um problema objetivo que mostra que o governo
Lula 3 é ruim.
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Fonte:
https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/populacao-de-rua-no-brasil-dobra-apos-tres-anos-e-meio-de-lula/
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