Lula 3: Preço da Cesta Básica Sobe no Brasil!
| Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial |
Deu
na CNN [09/07/26]:
Abram-se
aspas.
Um
dos principais responsáveis pelo aumento no custo da cesta no mês passado foi o
feijão, que subiu em todas as cidades analisadas.
Também
houve aumentos nos preços do arroz agulhinha, na carne bovina de primeira e no
leite integral.
Fecham-se
aspas.
A
história não se repete, mas rima.
Em
2022, a culpa era do Bolsonaro. Os petistas fizeram até uma musiquinha com uma trend
para divulgar o problema:
“O
arroz tá caro, o feijão tá caro, traz de volta o Lula e manda embora o
Bolsonaro”.
Agora,
em 2026, a culpa do “feijão tá caro, o arroz tá caro” é do Lula e ele coloca em
quem quiser.
A
cesta básica está cara, não dá mais para esconder nem a realidade imposta ao
brasileiro, que vai todo dia ao mercado, nem o fato de a mídia ter que divulgar
o óbvio: está cada dia mais difícil comprar itens básicos no Brasil.
Mas
Lula irá dizer que a culpa é das mudanças climáticas, do El Nino, das quebras
de safras e problemas geopolíticos internacionais.
Quando
oposição, Lula se esqueceu de todas essas complicações em 2022 ao focar toda a
culpa no Bolsonaro
Sendo
governo, Lula agora transfere a culpa para longe da sua administração.
Em
2022, para conter o aumento de preço dos alimentos, Bolsonaro decepou o ICMS
dos estados na canetada para criar uma economia artificial na boca da eleição.
Em
2026, Lula tem a vantagem da transição tributária, em que os impostos já podem
ser zerados em troca de créditos tributários. E mesmo assim a comida continua cara.
O
problema de fazer populismo em cima de bem básico é que quando o alimento está “barato”
[em que o preço baixo não teve relação com o governo], o populista surfa na onda
desta promoção temporária.
Quando
o bem básico encarece [justamente porque o governo mais atrapalha do que ajuda
os produtores do Brasil], aí a culpa é dos outros.
Governo
Lula também não é muito afeito ao agronegócio.
Tanto
é que chamou de pauta-bomba uma renegociação de dívidas dos produtores rurais
do Brasil. Nessas horas, o governo não vê problemas nas mudanças climáticas
para os agricultores.
Só
que se o agro cruza os braços, o brasileiro não come.
Porque
o alimento não brota em geração espontânea nas gôndolas dos supermercados.
Lula,
em 2022, prometeu picanha. Hoje, o brasileiro tem que fazer pesquisa e
pechinchar em cima de produtos básicos como arroz e feijão.
O
mais assombroso é que os petistas comparam preços do governo Lula com os do
período da crise global da Covid-19. Não entendem que, inconscientemente, estão
dizendo que o governo Lula é tão ruim que parece que enfrenta uma pandemia.
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Fonte:
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/cesta-basica-fica-mais-cara-em-17-capitais-brasileiras-em-junho/
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