STF Libera Farra dos Penduricalhos para a Casta!

 

M2 nos últimos 10 anos - entendedores entenderão

 

Deu no UOL [29/06/26]:

Abram-se aspas.

Fux diverge e puxa libera geral no STF a supersalários no Judiciário.

A incidência do teto da administração federal, de quase R$ 50 mil, sobre os salários de magistrados foi imposta por Flávio Dino e acompanhada pelos ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin. Na esteira da decisão, uma desembargadora que chegou a embolsar quase R$ 400 mil em um mês disse que os salários do Judiciário beiravam salários de fome.

Visto como um retrocesso sem precedentes na tentativa de moralizar os gastos públicos, o voto de Fux está alinhado com os anseios de entidades de classe que representam a magistratura e Ministério Público.

Fecham-se aspas.

Foi bom a Daniela Lima, autora do texto, a puxar o tema da moralização dos gastos públicos.

Desde que o governo Lula 3 assumiu o poder, todo santo mês as contas fecharam no vermelho.

Se o governo Lula não dá exemplo de ajuste fiscal, as instituições de poder também se acham direito de gastar mais também.

Porque magistrados devem fazer sacrifício, sendo que o próprio governo Lula gasta muito, gasta mal e chama isso de “gasto é vida”?

O governo Lula não tem moral para criticar nem mesmo pressionar colocando gente na rua contra o libera geral dos gastos públicos com penduricalhos para a casta de marajás da república!

Esta decisão, também, afetará o caixa do governo federal, estados e municípios.  A diferença é que o governo federal fica com 70% da arrecadação e, se der problema, pode imprimir dinheiro, ao criar inflação, para pagar a sua responsabilidade.

Já estados e municípios não possuem tal artifício, tendo que retirar recursos de outras pastas de serviços públicos para atender a elite do funcionalismo público.

A mídia não correu para chamar esta decisão que causará rombos bilionários aos cofres públicos de “pauta-bomba”, como fez ao criticar o socorro que o legislativo iria prestar aos agricultores endividados.

A decisão, como medida de legalização, abre brecha para que magistrados municipais e estaduais pressionem prefeitos e governadores a pagarem os penduricalhos cada vez mais. Caso não paguem os supersalários, pode vir coação por chantagem ao acossar prefeitos e governadores que queiram manter as contas públicas em dia.

Como o dinheiro é um só, quanto mais se paga penduricalhos, dívidas de precatórios e supersalários dos funcionários públicos, menos recursos sobram para atender os serviços básicos para a população como saúde e educação.

O STF esperou o momento oportuno, não somente durante a copa do mundo, como o período de polarização de populistas que não são afeitos e por isso não possuem moral para criticar o aumento de penduricalhos.

Não haverá pessoas nas ruas exigindo limites para gastos de supersalários nem grande indignação nas redes sociais porque os mais bem colocados na eleição presidencial estão enrolados em corrupção, como no caso Master.

E quem tem moral para criticar os penduricalhos e supersalários da casta de marajás pode ser acossado pelos magistrados, pois está agitando demais.

Basta lembrar que em 2016, Beto Richa fez a reforma previdenciária dos servidores estaduais do Paraná. Em 2018, 20 dias para as eleições, foi preso como exemplo para não mexer no dinheiro da elite do funcionalismo público.

Os tucanos que sempre criticaram e denunciaram estes abusos, não possuem tamanho e força para voltar a denunciar.

Portanto, o STF liberou os penduricalhos, fazendo a elite do funcionalismo público receber acima do teto constitucional dos Ministros do STF, contrariando a constituição, para satisfazer a casta da magistratura.

É o STF, mais uma vez, indo contra a própria constituição que jurou, com a mão em cima da carta magna, a defender.

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 Fonte:

 https://noticias.uol.com.br/colunas/daniela-lima/2026/06/29/fux-diverge-e-puxa-libera-geral-no-stf-a-supersalarios-no-judiciario.htm

M2:

Brazil Money Supply M2


 

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