Juíza Dá Perdão Judicial à Mãe Cúmplice que M4t0u o Próprio Filho
Deu no G1 [05/06/26]:
Abram-se
aspas.
Monique
Medeiros não foi absolvida pela morte de Henry Borel, mas recebeu perdão
judicial; entenda a diferença
Conselho
de Sentença condenou a mãe de Henry por homicídio culposo, quando não há
intenção de matar, mas Monique teve a punição extinta por decisão da Justiça.
Juíza afirmou que ela sofreu uma reação social ‘desproporcional e desmesurada’
e citou discriminação de gênero [machismo] ao justificar a medida.
Fecham-se
aspas.
Juíza
do caso Henry Borel, Elizabeth Machado Louro, alegou machismo para dar perdão
judicial a mãe, Monique Medeiros, cúmplice da morte do próprio filho.
Usar
machismo para perdoar cr1me hediondo é advogar contra o feminismo.
Uma
pauta identitária não pode virar instrumento a ser usado contra a ordem
civilizatória.
Vai
contra a ordem natural, em que se relativiza a mãe ser cúmplice da morte do
filho. Os filhos devem enterrar os seus país e não os seus país matarem seus
filhos.
Banaliza
a ordem jurídica, pelo código penal, em que um crime maior pode ser relativizado
diante uma causa de importância trivial. Ou seja, o objetivo, morte de uma pessoa,
sendo vulgarizado por uma causa subjetiva, o machismo.
Cria linha de raciocínio lógico para o crime organizado usar do identitarismo para
tentar, no futuro, conseguir perdões judiciais às suas faccionadas que estão a serviço da
bandidagem.
Torna
irrelevante o caso de que a vítima é uma criança indefesa, contra adultos facínoras
que cometeram o ato hediondo.
Até
pela questão religiosa, é diabólico ver uma mãe ser cúmplice de matar o próprio
filho e ver a justiça banalizar a causa com perdão judicial.
O
pai do Henry Borel vendo que as instituições estão deturpadas e aparelhadas ideologicamente
para julgar também diante doutrinações identitárias, ao invés de embasamentos
pela letra fria da lei. Isso é injustiça ad hoc.
E,
por fim, a sociedade se escandaliza porque veio de uma mulher o dano: a meritíssima
Elizabeth errou ao dar este perdão.
Uma
mulher no topo da sociedade escolheu a conveniência de pares identitários ao
invés de uma decisão civilizatória vinda do corpo institucional da justiça.
Mais
uma mancha para a justiça brasileira. Que veio justamente em um momento de
turbulência política, servindo até mesmo de distração à sociedade brasileira.
Mulheres,
uma dica contra a banalização: se tudo é machismo, nada é machismo.
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Fonte:
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/06/04/sentenca-monique-perdao-judicial-absolvicao-entenda-caso-henry.ghtml
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