Bolsonaro Cypher: O PIX é de Matrix!
Deu no Metrópoles [04/06/26]:
Abram-se
aspas.
O
deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL) sugeriu, na quarta-feira (3/6),
que o Brasil deveria colocar o Pix em negociação com os Estados Unidos e até
mesmo substituí-lo pelo Zelle, sistema de transferências norte-americano que se
assemelha ao Pix.
Fecham-se
aspas.
Não
podendo conter o sucesso do meio de pagamento digital brasileiro, os EUA querem
dominar o PIX, para fazê-lo um sistema de pagamento global pelo próprio
controle.
Para
isso, precisam primeiro tirar a nacionalidade do PIX.
E
como se faz isso?
Usando
um traidor, como Eduardo Bolsonaro, que convença parte da população que
entregar o PIX para os EUA seja algo bom para o Brasil.
O
traidor não precisa convencer todos os brasileiros.
Basta
convencer uma parte da população para criar o “dividir para conquistar” ou o “reino
dividido não prospera”.
Diante
disso, somente a briga e a bagunça já geram um ambiente favorável para
desestabilizar o país.
Antigamente,
tanto ser entreguista quanto ser patriota caricato eram considerados patéticos
pela política em geral.
Ou
seja, permitir que os EUA se intrometessem na política brasileira, como ocorreu
durante a ditadura militar de 64, ou achar que tudo que é nacionalista é
triunfal, como o Enéas, eram duas faces da mesma moeda de uma direita caricata que
não batia bem das ideias.
Cabe
aqui um spoiler: Os EUA ajudaram os militares brasileiros, pela operação
Brother Sam, a instaurarem o golpe militar de 1964. Contudo, a partir do
momento em que regime, liderado por Geisel, buscou autonomia, os EUA se
voltaram contra eles – e foi só a partir daí que ditadura passou a ser algo
ruim.
Hoje,
a esquerda virou Eneas e a direita de 64 não tem a menor vergonha na cara de
ser vassala e entreguista dos EUA.
Só
que está feio demais ver o Eduardo Bolsonaro discursar abertamente sobre
entregar os ativos estratégicos que o Brasil dispõe somente por conveniência
política.
Como
não aprendeu nada nem esqueceu nada sobre o episódio das taxações em 2025, o
anúncio descarado do Eduardo Bolsonaro não é um mero deslize, mas um anúncio de
um porta-voz dos EUA que tem poder no Brasil.
Não
é um erro de comunicação; é método.
Isso
gera uma pista de que a própria construção do bolsonarismo no Brasil, que não
passa de um trumpismo bananeiro, seja uma instrumentalização dos EUA no país.
Sendo
assim, Eduardo Bolsonaro é obrigado a retribuir o poder que recebeu ao ser o
influenciador que torne o entreguismo algo bom para o Brasil.
É
um novo 1964, mais adaptado à falsa democracia, mas com o apoio dos veículos de
massas que são as big techs, que, diante de tal absurdo, ajudam a amortecer as
críticas contra este bolsonarismo vassalo.
Note
que diante tantos absurdos, o bolsonarismo ainda está competitivo no Brasil.
O
Cypher tem apoio de Matrix.
E
Matrix quer o PIX do Brasil.
Fonte:
https://www.metropoles.com/mundo/eduardo-bolsonaro-brasil-pix-zelle-eua
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