Lula no Exterior: Terras Raras por Palanque Político Global!
Em
agenda internacional na Alemanha e na Espanha, em abril de 2026, o presidente
Lula fechou acordos de minerais críticos, em troca de propostas vagas de
cooperação.
Aqui,
cabe uma observação.
Você,
leitor, já viu em algum lugar do planeta Terra, em qualquer tempo da história,
o país dono do material escasso correr atrás de outras nações que não possuem
tal produto para oferecer negócios entre as partes?
Você
não verá em nenhum lugar do mundo isso.
Porque
a partir do momento em que um país tem o poder deste material escasso em posse,
ele tem o poder de escolher com quem negociar.
Pode
se dar ao luxo de esperar visitas de outros países às suas fronteiras para ver
qual nação dará as melhores condições nos acordos internacionais.
O
que o Brasil faz é inacreditável. O
detentor do mineral crítico sai correndo ao mundo oferecendo o seu produto
escasso para quem quiser pegar, invertendo a lógica da lei da escassez.
Era
para o Brasil estar recebendo visitas internacionais, à espera do melhor
acordo, e não o Lula correndo com o mineral crítico a tiracolo, oferendo ao
mundo como se fosse uma commodities pronta para ser entregue para outras
nações.
Lula
faz isto porque ele está, neste momento, trocando Terras Raras [Minerais
críticos, se preferir] em troca de um palanque político internacional.
Enquanto
a mídia brasileira fica fazendo hiperexposição sobre os discursos do Lula
contra a extrema-direita mundial, o quanto o Trump é vilão e sobre escala 6x1,
nos bastidores do poder se faz a negociata em que se faz do mineral crítico uma
commodities, como se fosse um petróleo ou soja.
Deste
modo, os países que foram escolhidos para receber os minerais críticos como
comodities de baixo valor agregado aceitam o Lula fazer macaquices e falar
sobre o que quiser. Porque o importante, que é o espólio das terras raras, já
está garantido a estes países.
Ou
seja, o Lula troca as Terras Raras do Brasil por um espaço de palanque político
global. Privatiza o lucro da riqueza mineral para o próprio bolso e socializa o
bem escasso para o mundo.
E
ainda sai triunfante por espoliar o Brasil!
A
mesma coisa aconteceu, por exemplo, em setembro de 2010, faltando 1 semana para
a eleição, em que Lula queria eleger a Dilma.
Lula,
em 2010, também estava com pressa para fazer a capitalização do pré-sal para
eleger a sua sucessora. 4 anos depois, ocorreu o petrolão: a maior corrupção da
história.
Enquanto todo mundo ficava hipnotizado ao escutar o Lula criticar o neoliberalismo, no mesmo momento ele estava na bolsa de Nova York fazendo o ápice do neoliberalismo ao privatizar o pré-sal na bolsa de valores de Nova York. Em que chamou isso de capitalização.
Ao
buscar compradores de forma açodada para um mineral escasso, Lula inverte a lógica
de mercado para antecipar ganhos políticos e econômicos. O resultado é o Brasil
condenado ao papel de eterno fornecedor de commodities, vendendo riqueza estratégica
a preço de banana para sustentar um palanque global.
A
cinco meses da eleição, essa pressa em liquidar o futuro mineral do país pé tão
estranha quanto suspeita. Enquanto o discurso prega a “soberania energética”, a
pratica entrega o espólio nacional por pura conveniência partidária.
O
que o Lula faz: é neoliberalismo que chama?
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