FHC Plano Real + Superávit Primário = Crescimento Econômico!
Tanto
os liberais quanto os marxistas analisam os períodos históricos além dos
gráficos com os seus números frios. Avançam sobre a questão do que aconteceu em
dado momento para que os números surgissem em dada situação.
O
gráfico, por exemplo, não mostra que o ministro da fazenda do Itamar Franco era
o FHC.
E
que o crescimento econômico que saiu de negativo para 10% em seu governo se deu
por causa do Plano Real criado pelos economistas do FHC.
Não
é tirar o mérito do Itamar, mas somente mostrar que o número frio do gráfico
não mostra a práxis de fato.
O
gráfico mostra estabilidade de 10% de crescimento econômico no governo FHC.
No
governo Itamar, FHC cria o Plano Real e mantém a moeda em paridade com o dólar
até 1998.
Em
1999, faz a moeda flutuar. Porém, traz o tripé-macro econômico, com superávit primário,
meta de inflação e câmbio Flutuante criado pelo Armínio Fraga.
Porém,
no segundo mandato do FHC há uma pequena queda no rendimento econômico.
Esta
queda se dá por 2 situações:
1) Crises
de países que faziam acordos bilaterais com o Brasil – como a Rússia em 2001.
2) Ameaça
do Lula virar presidente e não dar continuidade aos avanços do FHC.
Lula
faz a carta aos brasileiros, que nada mais é que uma carta endereçada ao
capital, prometendo não fazer nenhuma mudança sobre os pilares do Plano Real e
do Tripé Macroeconômico.
Lula
herda a herança bendita do FHC com os 10% de crescimento real. E ganha um
bilhete premiado chamado boom das commodities, o que faz o crescimento real do
Brasil no Lula 2 chegar a patamares inalcançáveis.
O
problema é que deram um bilhete premiado para um chimpanzé.
O
Brasil perdeu o bonde da história por causa de culto à personalidade e
populismo barato.
Lula
consegue reeleger a Dilma.
Com
o papinho de que superávit primário é coisa para enriquecer banco, Dilma resolveu
ir contra os fundamentos econômicos ao criar a nova matriz econômica.
Como
se vê no gráfico, Dilma quebrou o país e foi destituída assim como o Collor.
Temer
vira presidente interino e coloca no lugar o Teto de Gastos.
O
Teto de gastos é melhor do que o “gasto é vida” da Dilma. Porém, abandona o
superávit primário, o que faz ser somente uma medida paliativa. Como se vê no
gráfico a melhora tímida.
Bolsonaro
mantém o teto de gastos e ganha apoio de toda a classe econômica brasileira.
Porém,
Bolsonaro sofre em seu governo a pandemia do Covid, o que faz os números não terem
bons desempenho.
Bolsonaro
perde a reeleição por não saber lidar com a pandemia.
Lula
volta ao poder.
E
o crescimento é um pouco melhor do que o antecessor que sofreu com a pandemia.
Lula
3 voltar foi muito bom para o Brasil.
Porque
o rendimento pífio do Lula 3, com este arcabouço fiscal falido, mostra que tanto Lula 1 quanto Lula 2 sempre foi e
sempre será o resultado da herança bendita do FHC + boom das commodities.
Se
os números do Lula 1 e Lula 2 fossem mérito do próprio petista, e não um fenômeno
histórico de bonança perfeita pela soma da herança bendita do FHC + boom das
commodities – Lula 3 teria superado todo mundo, até mesmo Lula 1 e Lula 2.
E
como se vê no gráfico, Lula 3 é pífio – pior até mesmo que Dilma 1.
***
Obs.:
Collor e Dilma não sofreram impeachment porque perderam o congresso, não tendo
nem mesmo uma minoria que evitasse a destituição.
Collor
e Dilma sofreram impeachment porque perderam completamente o controle da economia
que entrou em bancarrota.
Fonte:
Brasil em Mapas
https://www.facebook.com/brasilemmapas/photos/d41d8cd9/1116800257087396/
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