Jornalistas Brasileiros: Fim do Sigilo Absoluto da Fonte
Deu na CNN [23/12/25]:
Abram-se aspas.
Moraes
diz que reunião com Galípolo foi para discutir Lei Magnitsky
Oposição
afirmou que abriria pedido de impeachment após jornal noticiar que ministro
teria procurado o presidente do Banco Central para interceder pelo Banco Master.
Fecham-se aspas.
A
mídia está há 2 dias operando na guerra híbrida ao tentar assassinar a reputação
do Alexandre de Moraes ao afirmar que o ministro do STF se encontrou com o
Galípolo sobre a suposta questão do Caso Master.
Detalhe:
não tem um vídeo ou áudio gravado nem uma testemunha que tenha vindo a público
confirmar que escutou sobre o caso Master. Até porque, se for o Galípolo o
sigilo da fonte, o presidente do Banco Central perderia a reputação e a
credibilidade na hora – por estar grampeando figuras públicas da república
brasileira.
Somente
a jornalista Malu Gaspar, com a sua defesa de sigilo da fonte, envenenou, por
ora, toda a mídia brasileira, assim como fez na época da lava-jato - operação
jurídica que fulminou a política toda para dar espaço para o Jair Bolsonaro, o
maior corrupto da república, poder virar presidente do Brasil.
Os
delírios da Malu Gaspar surgem no mesmo momento em que o Flávio Bolsonaro, o
filho do golpista, finge ser moderado para tentar fazer a família continuar a
ficar competitiva eleitoralmente.
A
Malu Gaspar é bolsonarista? Não. Mas seria engraçado demais derrubar o sigilo absoluto
da fonte do qual ela dispõe.
Deste
modo, é preciso acabar com o sigilo absoluto da fonte dos jornalistas no Brasil,
uma garantia jurídica maior que nos EUA – país dos livres.
O
sigilo da fonte tem alguns problemas sérios. Entre eles:
1) O
jornalista pode estar na folha de pagamento de grupos internacionais, o que faz
este profissional agir contra o próprio país para satisfazer o patrão internacional
que paga mais;
2) O
jornalista ter como sigilo bandidos que podem mentir para fulminar os seus
desafetos;
3) O jornalista
pode simplesmente mentir e colocar a culpa na suposta fonte que possui sigilo.
O
sigilo entre jornalista e fonte deve incorrer na mesma forma que acontece nos EUA,
acabando de vez com o sigilo da fonte absoluto que o jornalista brasileiro tem.
Seria uma parametrização internacional de
conduta ética de jornalistas e da mídia brasileira em geral.
Hoje,
o jornalista pode mentir à vontade; basta colocar a culpa na fonte e esconder a
sua mentira pelo sigilo. No máximo, terá que pagar uma indenização de crime
contra a honra, que é baixo no Brasil.
Porém,
o jornalista, ao ter um canhão chamado meio de comunicação de massa, não é como
um cidadão comum. O seu crime contra a honra impacta ao ponto de gerar
assassinato de reputação.
A
nova legislação de sigilo da fonte para jornalista, em caso de assassinato de
reputação, ao não mostrar as provas, perde totalmente o sigilo da fonte, tendo
que pagar uma multa salgada e condenação à cadeia.
A
mídia brasileira perdeu a credibilidade ao envenenar o noticiário brasileiro
com falsas acusações de crimes e insinuações vãs contra quem estes grupos
queiram incriminar.
A
Malu Gaspar criminalizou a agenda do Alexandre de Moraes ao se encontrar com o
Galípolo, o que é absolutamente normal em qualquer lugar do mundo. Agora, que
se veja se a agenda da Malu Gaspar é limpa ou não. Tiro trocado não dói.
Quem
poderia redigir esta nova regra e ficar com este projeto debaixo do braço pode
ser o trio: Temer, Aécio, Paulinho. Seria uma espécie de vacina contra assassinatos
de reputação.
E
o judiciário pode sinalizar com debates os danos que o jornalismo possa fazer
com as pessoas por ter poder de assassinato de reputação.
Aviso
a todos: tomem cuidado! Se hoje estão querendo criminalizar a simples agenda de
um ministro, amanhã podem criminalizar facilmente você.
Não
troque a reputação por like.
Fonte:
https://www.cnnbrasil.com.br/politica/moraes-diz-que-reuniao-com-galipolo-foi-para-discutir-lei-magnitsky/
Comentários
Postar um comentário
Comente aqui: