O IBGE Já Debate Abertamente Sobre o Problema da Queda de Natalidade no Brasil

 

Deu na CNN [08/06/26]:

Abram-se aspas.

A transição demográfica na América Latina ocorreu de forma muito mais acelerada do que na Europa, segundo análise de Izabel Marri, gerente de Projeções e Estimativas Populacionais do IBGE. Enquanto os países europeus levaram entre 100 e 150 anos para reduzir suas taxas de fecundidade, a América Latina realizou esse processo entre apenas 40 e 50 anos. Nesse intervalo, a região saiu de uma média de seis filhos por mulher para cerca de dois ou dois e meio filhos. O fenômeno, denominado tecnicamente de transição da fecundidade, não se restringiu ao Brasil — ocorreu em praticamente todos os países do mundo, com diferentes intensidades e ritmos.

Fecham-se aspas. 

Fatores de Queda de Natalidade no Brasil:

1 – Fecundidade

Uso de contraceptivos [camisinhas, pílulas anticoncepcionais, entre outros], aumento de uso de pornografia [isolamento social] e redução de sexo por causa de outras situações sociais como guerra dos sexos [movimentos feministas e movimentos “masculinistas" (Red Pill)].

 2 – Gestação

Medo que o filho tenha algum problema de doença congênita. Exemplo, em 2015 houve redução de natalidade por causa do medo do Zika Vírus]. 

Pandemia Covid também gerou medo sobre o futuro sombrio.

3 – Natalidade

O problema está na questão do bem-estar, tanto dos homens quanto das mulheres.

Mulheres atrasam a natalidade para focarem em questões da própria vida como trabalho e estudo. Este atraso pode fazer passar do período reprodutivo, em que a mulher até quer ter o filho, mas não consegue mais.

O homem não quer ficar preso em uma pensão. Filho não desejado pelo homem.

Condições econômicas e sociais também afetam a redução da natalidade no país.

 Causado basicamente pelo medo do futuro. Ou melhor, medo de trazer um filho ao mundo e não dar futuro a ele.

Consequências dos CPFs não Criados

 1 – Falta de Revitalização Social.

A sociedade passa a ficar mais velha. Com isso, tem menos vitalidade, menos dinamismo. O que impacta em baixa produtividade pela falta de mão de obra.

2 – Mais Oneração Social

A sociedade arca com mais desembolsos para atender os idosos, sendo que há menos jovens para pagar estes seguros. Mais investimentos em Previdência e em Saúde voltado à terceira idade.

3 – Questão Cultural

Como não ter filhos passa a ser algo natural para uma grande parcela da população, esta questão passa a ser cultural, inserida no conjunto de crenças e valores da sociedade.

Ou seja, não ter filhos não é errado e, por isso, é uma escolha de liberdade individual, íntimo e personalíssimo, independente dos problemas causados pelo fim do bônus demográfico nacional.

Há a questão da inutilidade de bandeiras políticas. Aborto e feminismo tornam-se cada vez mais inúteis. Porque o aborto já aconteceu em diversas formas, sem precisar fazer interrupção abrupta de gravidez.

O individual suplanta o coletivo.

E isso faz com que não se mude o status quo atual.

Ou seja, por ser cultural e estrutural, como salientou bem a servidora do IBGE, Izabel Marri, a tendência é esta distorção permanecer.

Como contraponto, ninguém quer que o Estado imponha o ventre estatal, em que a mulher será obrigada a ter filhos para a nação. Isso vai contra o mínimo de civilização.

Conclusão

O IBGE já debate abertamente este problema que já vem de décadas.

A situação entrou em colapso.

Não há como negar.

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 Fonte:

https://www.cnnbrasil.com.br/saude/ibge-taxa-de-fecundidade-na-america-latina-caiu-mais-rapido-que-na-europa/

 

 

 

 

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